A paixão dos raios solares – uma leitura heliotrópica de Hilda Hilst e Georges Bataille

  • Aline Leal Fernandes Barbosa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
Palavras-chave: Hilda Hilst, Georges Bataille, Sol, Transgressão, Excesso literária

Resumo

O presente artigo pretende estabelecer um estudo comparativo entre as obras e as trajetórias de Hilda Hilst e de Georges Bataille, a partir das ideias de excesso e de transgressão, e apontando para a ideia do obsceno na literatura. A leitura desses autores será conduzida a partir da imagem do Sol, cara a Bataille. Em todo o seu excesso e exuberância, provedor e castrador, o Sol nos dará a medida da transgressão.

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Biografia do Autor

Aline Leal Fernandes Barbosa, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
Doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com a tese "Sob o sol de Hilda Hilst e Georges Bataille", sob orientação da Profa. Rosana Kohl Bines e co-orientação do Prof. José Thomaz Brum. Bolsista-sanduíche da Capes (PDSE), entre outubro de 2014 e outubro de 2015, sob orientação da Profa. Evelyne Grossman, Paris VII. Mestra em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela mesma instituição, com a defesa da dissertação "Literatura em Tempos Expressos", sob orientação da Profa. Vera Lúcia Follain de Figueiredo. Graduada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2006). Tradutora (port-ing/ing-port) e colaboradora da revista Dasartes. Professora do curso de extensão da PUC-Rio e do Centro de Teatro do Oprimido "Escrever Resistências", com pesquisa sobre feminismo e teoria de gênero, e pesquisadora da Curva.
Publicado
2018-06-05
Como Citar
Barbosa, A. (2018). A paixão dos raios solares – uma leitura heliotrópica de Hilda Hilst e Georges Bataille. Literatura E Sociedade, 22(25), 25-37. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i25p25-37
Seção
Ensaios