Controle, fratura, profanação, escapatória: a poética do olhar em Gigante

  • Sandra Fischer Universidade Tuiuti do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens
  • Kati Caetano Universidade Tuiuti do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens

Abstract

O texto conjuga dois eixos: o das interações mediadas por dispositivos digitais de tipificação dos sujeitos e o de suas profanações, empreendidas por discursos acionados como operadores autorreflexivos da ação da própria mídia num contexto de crescente aprisionamento do indivíduo pela técnica – mas também de efetivas possibilidades de fratura estética. O filme Gigante (2009), problematizando no campo narrativo do cinema o aspecto invasivo acarretado pela utilização da tecnologia na vida contemporânea e aí interpondo o imprevisto da condição humana, reflete sobre a estatura da imagem e o papel dos equipamentos de vigilância, que perdem sua função de puro controle e convertem-se em possibilidade de escapatória

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Author Biographies

Sandra Fischer, Universidade Tuiuti do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens
Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e pós-doutora pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná
Kati Caetano, Universidade Tuiuti do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens
Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP); pósdoutora em Semiótica e em Comunicação. Docente e pesquisadora vinculada ao PPGCom/UTP; líder do Grupo de Pesquisa INCOM/CNPq
Published
2015-12-07
How to Cite
Fischer, S., & Caetano, K. (2015). Controle, fratura, profanação, escapatória: a poética do olhar em Gigante. MATRIZes, 9(2), 223-235. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v9i2p223-235
Section
Em Pauta/Agenda