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Os romances de Sérgio Sant'Anna e de Osman Lins: respostas ficcionais à "morte do autor", de Barthes e Foucault?

Enéias Farias Tavares

Resumo


O ápice das discussões que colocaram em xeque a importância autoral na obra literária ocorreu na década de 1960, quando as reflexões de Roland Barthes e de Michel Foucault, em textos como A morte do autor e O que é o autor?, resultaram numa reavaliação crítica da figura autoral bem como promoveram uma maior valorização do texto literário e da interpretação do leitor. O objetivo deste artigo é contrastar as idéias dos dois pensadores sobre a problemática do autor com os romances brasileiros Confissões de Ralfo, de Sergio Sant’Anna, e A rainha dos cárceres da Grécia, de Osman Lins, textos nos quais a oposição à morte do autor se apresenta.


Palavras-chave


crítica literária; morte do autor; Sergio Sant’Anna; Osman Lins

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2010.108641

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ISSN Impresso: 2177-3815

ISSN Eletrônico: 2525-8133

 

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