Kontingenz-Erfahrung in der Romantik. Ausdrucksbegehren und Zensur bei Karoline von Günderrode

  • Dagmar von Hoff
Palavras-chave: Karoline von Günderrode, Censura, Friedrich Creuzer, Romantismo Alemão, Contingência

Resumo

Este artigo oferece um panorama da vida e obra de Karoline von Günderrode (1780-1806) no Romantismo alemão. Karoline von Günderrode é uma das mais modernas e radicais escritoras de seu tempo, porque ela expressa a contingência, a marca de uma era moderna. O artigo tambéme examina aspectos de gendered censorship [censura em função de gênero] em seu trabalho, especialmente em seus dramas. Para compreender o fenômeno, é necessário ter uma visão da censura de dentro e de fora. O drama e o teatro no século XVIII eram um tabu para as mulheres. Günderrode reagiu com tripla auto-censura: em sua forma de expressar-se, em sua opção por escrever sob dois pseudônimos (Tian e Ion) e em sua decisão de deixar um número de dramas inacabados. Karoline von Günderrode cometeu suicídio aos 26 anos. É possível entender também seu suicídio como um ato de censura no contexto da experiência de contingência no Romantismo.

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Biografia do Autor

Dagmar von Hoff
Die Autorin ist wissenschaftliche Assistentin im Literaturwissenschaftlichen Seminar der Universität Hamburg.
Publicado
2000-11-05
Como Citar
von Hoff, D. (2000). Kontingenz-Erfahrung in der Romantik. Ausdrucksbegehren und Zensur bei Karoline von Günderrode. Pandaemonium Germanicum, (4), 179-197. https://doi.org/10.11606/1982-8837.pg.2000.64193
Edição
Seção
Literatura/Cultura - Literatur-/Kulturwissenschaft