„Den Bösen sind sie los“ Überlegungen zu Mephistopheles und zum Bösen in Goethes Faust

  • Klaus Eggensperger
Palavras-chave: Mefistófeles, Goethe, Marlowe, Fausto, o mal

Resumo

Por que o Mefistófeles no Fausto de Goethe, ao contrário de todas as expectativas, não apresenta uma natureza realmente má? Partindo desta pergunta, neste artigo discute-se a figura do diabo no imaginário europeu no sec. XVI e no Doctor Faustus de Christopher Marlowe. Em seguida são analisados alguns traços principais do diabo goethiano secularizado. O Mefistófeles de Goethe não é o demônio da mitologia cristã e tão pouco representa o grande vilão da peça. Seu autor deixa claro que a responsibilidade pelo mal produzido nas duas partes do Fausto é dos seus personagens humanos.

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Biografia do Autor

Klaus Eggensperger
Der Autor war bis 2002 DAAD-Lektor an der Universidade Federal de Paraná.
Publicado
2004-12-19
Como Citar
Eggensperger, K. (2004). „Den Bösen sind sie los“ Überlegungen zu Mephistopheles und zum Bösen in Goethes Faust. Pandaemonium Germanicum, (8), 189-220. https://doi.org/10.11606/1982-8837.pg.2004.68421
Edição
Seção
Literatura/Cultura - Literatur-/Kulturwissenschaft