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Campos de conflitividade política e movimentos sociais no Equador da Revolução Cidadã

Franklin Ramírez Gallegos, Soledad Stoessel

Resumo


Este artigo estuda a configuração de diversos “campos de conflitividade política” durante o ciclo de governo da Revolução Cidadã, iniciado em 2007. Tal governo, presidido por Rafael Correa, dá início a um processo de mudança política em meio a uma profunda crise de legitimidade da representação política e ao recuo dos movimentos sociais. Esboçada no decorrer da Assembleia Constituinte, a nova agenda pública ativa uma série de episódios contenciosos que evidenciam a capacidade da ação coletiva organizada de construir problemas públicos, apesar de sua debilidade. Nesse sentido, formulam-se questões sobre três campos de conflitividade relacionados a problemas sociais específicos, delineados “de baixo para cima”: o déficit de reconhecimento político, a legitimidade da representação social no Estado e as conexões entre buen vivir (bem viver) e desenvolvimento. 


Palavras-chave


Campos de conflitividade política; Equador; Revolução Cidadã.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2015.102210

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