A Criança e a Invenção de seu Espaço

  • Elvira de Almeida

Resumo

Desde 1977, tenho projetado brinquedos para espaços públicos. Crio espaços lúdicos que são um misto de cenário de parques de diversões, circo e festas populares. Como escultora e designer procuro transformar o brinquedo tradicional, de formas estereotipadas e função dirigida, em escultura lúdica, que convide a brincar, estimulando a criatividade e a imaginação infantil. Melhor dizendo, um escorregador só serve para escorregar. Entretanto, se crio um elemento de formas inusitadas, que leve a sonhar e a explorar livremente o espaço, tenho um outro contexto, que transcende o monólogo do objeto utilitário, falando muito mais a linguagem da obra de arte

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Referências

ABRAMOVICH, Fanny. Brincar, um Verbo que a Cidade Escondeu da Criança. Jornal da Tarde, O Estado de S. Paulo, 1 out 1978.

ALMEIDA, Elvira de. A Criança e a Invenção de seu Espaço. A Expressão Lúdica como Elo entre o Designer e o Usuário. São Paulo, 1985. Dis. (mestrado) - USP, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

BENJAMIN, Walter. Reflexões: A Criança, o Brinquedo e a Educação. São Paulo, Sumus, 1984.

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HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. João Paulo Monteiro, São Paulo, Perspectiva, 1971.

Publicado
1992-12-19
Como Citar
Almeida, E. (1992). A Criança e a Invenção de seu Espaço. Pós. Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Arquitetura E Urbanismo Da FAUUSP, 1(2), 5-20. https://doi.org/10.11606/issn.2317-2762.v1i2p5-20
Seção
nao definida