Reforma e resistência: impactos estruturais e subjetivos das ditaduras civil-militares brasileira (1964 – 1985) e chilena (1973 – 1990) nas universidades públicas

Impactos estruturais e subjetivos das ditaduras civil-militares brasileira (1964 – 1985) e chilena (1973 – 1990) nas universidades públicas

  • Cecília Brancher de Oliveira Universidade Federal de Santa Catarina
Palavras-chave: Ditadura Civil-Militar, Ensino Superior, Universidade Pública, Reforma Universitária, Educação.

Resumo

Este artigo visa compreender de que maneira as ditaduras civil-militares brasileira (1964-1985) e chilena (1973-1990) modificaram o ensino público superior e a estrutura universitária dos respectivos países. Para isso, o artigo divide-se em quatro partes. A primeira faz um resgate dos movimentos prévios pela democratização e reforma do ensino superior. A segunda explora o projeto de educação superior com viés neoliberal implementado pelas ditaduras do Cone Sul. A terceira e a quarta partes descrevem e analisam a implementação de políticas e legislação voltadas à educação superior do Brasil e do Chile.

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Biografia do Autor

Cecília Brancher de Oliveira, Universidade Federal de Santa Catarina

Graduanda em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi bolsista da Comissão da Memória e Verdade da UFSC. É membro da Comissão do Acervo sobre Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina.

Publicado
2019-10-09
Como Citar
Oliveira, C. (2019). Reforma e resistência: impactos estruturais e subjetivos das ditaduras civil-militares brasileira (1964 – 1985) e chilena (1973 – 1990) nas universidades públicas. Brazilian Journal of Latin American Studies, 17(33), 79-100. https://doi.org/10.11606/issn.1676-6288.prolam.2018.144400
Seção
Artigos