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O sem sentido no testemunho do nome próprio

Keilah Freitas Gerber, Susane Vasconcelos Zanotti

Resumo


Este artigo aborda o nome próprio em sua relação com a literatura de teor testemunhal ou literatura do trauma. Valemo-nos dessa literatura para desenvolver algumas reflexões sobre a nomeação em Lacan, mais especificamente do testemunho de descendentes de nazistas notórios. Porquanto os nomes legados por seus pais os ligam às barbáries da Shoah, várias narrativas circundam esse tema tão caro à psicanálise. O préstimo do testemunho, entretanto, não se encerrou nesse ponto, pois observamos que o nome próprio e o testemunho se conectam a partir de certa relação com a linguagem que não deixa de incluir o sem sentido.

Palavras-chave


testemunho; nome próprio; psicanálise

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DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0103-656420170069

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