Los lugares de la oscuridad: epistemología náhuatl de los procesos vitales y modelos técnicos

  • Marie-Noëlle Chamoux

Resumo

Entre os Nahua antigos e contemporâneos há uma forte preocupação epistemológica sobre a possibilidade de conhecer o funcionamento do universo, ressaltando a invisibilidade e a ininteligibilidade dos processos de vida e morte. Eles dizem que esses processos ocorrem em “lugares noturnos”, na escuridão. Esses lugares estão no interior das sementes e dos corpos dos seres animados, incluindo a Terra, vista como um animal gigante. Objetos de uso cotidiano – casa, xícara, garrafa, panela, caixa, pano, tear, chapa de barro – servem de metáforas para esses lugares e para o que eles revelam aos homens. Os Nahua usam o modelo do trajeto do sol para localizar lugares de escuridão e comparam a vida com a textura das plantas em crescimento. Este artigo descreve as rotas, as divindades terrestres e suas funções, bem como as tecnologias utilizadas como metáforas de ações divinas para a criação da vida. Examina, particularmente, algumas analogias com métodos culinários de preparação do milho

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Publicado
2016-06-28
Como Citar
Chamoux, M.-N. (2016). Los lugares de la oscuridad: epistemología náhuatl de los procesos vitales y modelos técnicos. Revista De Antropologia, 59(1), 33-72. https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2016.124256
Seção
Seres vivos e artefatos: imbricação de processos vitais e técnicos na Mesoamérica e nas terras baixas da América do Sul