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Quem tem medo dos antropólogo(a)s? Práticas científicas em novos cenários políticos

Lia Zanotta Machado, Antonio Motta, Regina Facchini

Resumo


Este artigo busca refletir sobre o percurso e a visibilidade social da antropologia no Brasil nas últimas cinco décadas, como resultado do avanço das chamadas “políticas de identidade” sobre o fazer antropológico. Analisamos os dilemas e desafios colocados para a prática científica no atual cenário político, no qual forças conservadoras se insurgiram contra a expansão dos direitos à pluralidade: indígenas, quilombolas, questões de gênero e diversidade sexual. Apresentamos, assim, o dossiê “Quem tem medo dos antropólogo(a)s? Dilemas e desafios para a produção e práticas científicas em novos cenários políticos”, cujo propósito é oferecer múltiplas contribuições para refletir, dimensionar e qualificar os dilemas e desafios trazidos pelo novo e recente cenário político.

Palavras-chave


Antropologia – Brasil, ciência, política, conservadorismo

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/2179-0892.ra.2018.145509

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