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Políticas Editoriais

Foco e Escopo

Missão

Divulgar a produção intelectual na área de inovação tecnológica, organizacional e de mercado, estimulando as contribuições criativas e inéditas do trabalho acadêmico e de pesquisa.

Objetivos

 

  • Contribuir para o aumento da produção de conhecimento das comunidades acadêmica e profissional nas ciências sociais aplicadas na área de inovação;

 

 

  • Servir como canal adequado para difundir avanços conceituais, metodológicos e de experiências de inovação na sociedade moderna;

 

 

  • Estimular a difusão de conhecimentos que promovem novos estudos e novas formulações teóricas e empíricas para a área de inovação.

 

Foco

A RAI tem como foco a publicação de contribuições científicas na área da inovação , elegendo como tema preferencial os processos de inovação tecnológica, das organizações e dos mercados. Além dos números regulares, a RAI edita volumes especiais com foco específico, fruto de projetos de pesquisa ou de temas relevantes.

A RAI atua em temas das áreas de gestão, economia e política de ciência, tecnologia e inovação – C,T&I. Para efeito de submissão, os artigos deverão ser enquadrados nas seguintes temas específicos:

  • Tema 01 - Estudos Setoriais de Inovação e Tecnologia
  • Tema 02 – Inovação, Empreendedorismo e Pequenas e Médias Empresas
  • Tema 03 - Inovação e Redes Organizacionais
  • Tema 04 - Inovação Organizacional e de Negócios
  • Tema 05 – Inovação e Marketing
  • Tema 05 - Inovação e Cultura
  • Tema 06 - Inovação, Tecnologia e Competitividade
  • Tema 07 - Política e Gestão de Ciência, Tecnologia
  • Tema 08 - Inovação e Gestão de Projetos
  • Tema 09 - Inovação e Sustentabilidade
  • Tema 10 – Incubação e Parques Tecnológicos
  • Tema 11 - Ensino e Pesquisa em C,T&I
  • Tema 12 – Economia Industrial e Inovação
  • Tema 13 – Modelos de Gestão da Inovação
  • Tema 14 – Inovação e Gestão do Conhecimento
  • Tema 15 – Transnacionalização do Capital e Inovação
  • Tema 16 – Inovação e Serviços

Público Alvo

A RAI está voltada a um público amplo de pesquisadores, professores, estudantes, empresários, consultores e outros profissionais de alta qualificação que atuam na área de inovação nas organizações públicas, privadas e do terceiro setor, nacionais e internacionais.

 

Políticas de Seção

Artigos

Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Caso de Ensino

Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares
 

Periodicidade

  • Até 2009, a periodicidade era quadrimestral (janeiro-abril; maio-agosto; setembro-dezembro) 
  • A partir de 2010, a periodicidade passou a ser trimestral (janeiro-março; abril-junho; julho-setembro; outubro-dezembro).

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

 

Sobre a Natureza da RAI e Nomenclatura Preparada pelo Comitê Científico

A Revista de Administração e Inovação – RAI está concebida para ser um meio de comunicação científica e de integração da comunidade acadêmica e profissional atuante nas áreas de: - administração, economia, engenharia de produção e correlatas - tendo como foco em inovação. O próprio nome da RAI evoca uma missão voltada para a inovação. Mas qual o sentido deste termo? Inovação significa uma idéia, método, prática ou teoria que é criada e não se confunde com padrões ou normas anteriores. A criação pode ser algo que apenas modifica o que já existe. Pode-se dizer que quando ocorre o inesperado em uma criação e este inesperado é sancionado como algo realmente novo e permanentemente útil pela sociedade, então há inovação. Joseph Schumpeter cunhou a expressão “destruição criadora” para designar o sentido mais profundo do termo inovação: destruir a “norma” para criar o “novo”. Um novo útil e revolucionário.. Por coerência aos próprios princípios teóricos de Schumpeter, a RAI acolhe as inovações tecnológicas, organizacionais e de mercado - do consumo e da produção - como foco preferencial de sua linha editorial. Esta concepção abrangente de inovação é compatível com a definição contida na terceira edição (2005) do “Manual de Oslo”, adotado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE. Nessa importante referência para a área, inovação envolve não só a alteração criativa de produtos e processos, como também a organização de empresas e sua evolução, a reestruturação de indústrias, a descoberta de novos mercados e fontes de suprimentos, novas formas de distribuição, padrões de demanda e de comportamento do consumidor, entre outras. Em outros termos, o estudo da inovação pressupõe a compreensão sistemática de como padrões e normas tecnológicas, organizacionais e de mercado são alterados, destruídos e substituídos. Existe a possibilidade de acolher trabalhos apresentados em outros temas, particularmente aqueles que indiretamente subsidiam essa compreensão científica do processo de inovação. Assim, trabalhos, pesquisas e estudos com conteúdo mais teórico ou metodológico, muitas vezes auxiliam no encaminhamento de questões que repercutem na prática de investigação científica de forma inovadora. A rigor, delinear a esfera que aprofunda o foco temático da revista é uma atividade a ser exercitada de forma permanente pela comunidade científica. Esta linha editorial há que ser convalidada pela comunidade acadêmica e profissional. Isto requer amadurecimento. No Brasil, não existem revistas científicas voltadas, especificamente, para essa temática. A Revista Brasileira de Inovação, patrocinada pela Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP acolhe inúmeras contribuições nas áreas de tecnologia e inovação, incluindo desde as engenharias até as ciências sociais aplicadas. , mas tem uma gestão mais voltada para a realidade das políticas de inovação. A revista Parcerias Estratégicas, publicada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos - CGEE contribui para a divulgação e promoção de debates sobre temas de interesse estratégico para o desenvolvimento científico e tecnológico nacional. Outras revistas de grande importância na área de administração e economia destinam números ou seções especiais ao tema. Existem outras publicações que fogem do modelo de publicação científica como o Boletim INOVA, do PGT/USP, a revista Locus, da ANPROTEC e a Revista Inovação, do Instituto UNIEMP. A RAI pretende acumular pesquisas para se tornar uma referência em estudos acadêmicos sobre inovação. Ter um foco temático em inovação significa persegui-lo em cada momento, em cada trabalho selecionado, em cada avaliação, em cada publicação e em cada editorial. Este foco nunca será atingido em sua plenitude, mas será constantemente objeto de investigação. Este é o fundamento maior da linha editorial que se pretende seguir para a construção da RAI. A RAI incorpora, em sua política editorial, o princípio da falseabilidade científica, mantendo sempre presente a idéia de que uma contribuição tem um tempo e um espaço de influência. Uma contribuição hoje pode ser falseada em um futuro próximo. Sempre haverá um avanço do conhecimento, uma nova compreensão dos tópicos de investigação, uma melhor forma de pesquisar e divulgar o saber científico. Por esse princípio, a linha editorial da RAI não se fecha a qualquer teoria, enfoque metodológico ou método de pesquisa. Ela tem que perseguir um tema inovação, mas há que estar aberta a novos avanços da teoria, dos métodos e da prática de pesquisa. Acolher o conhecimento dessa forma é adotar um procedimento editorial plural, sempre crítico e criativo.

Sobre o Conselho Editorial

O Conselho Editorial é constituído por representantes acadêmicos de diferentes instituições de ensino e pesquisa. Seus membros atuam preferencialmente, mas não exclusivamente, na área de pesquisa de inovação. A atuação do Conselho Editorial não é feita necessariamente de forma coletiva. Não há previsão de reuniões ordinárias para tratar de questões pautadas. Não há envolvimento formal dos membros do Conselho Editorial com a entidade legalmente responsável pela publicação da revista. Cada membro participa nos trabalhos da revista de forma mais individual, por meio de uma articulação do Comitê Científico ou do Editor. De fato, cada membro atua como conselheiro do Comitê Científico e do Editor interpretando e sugerindo aperfeiçoamentos na Política Editorial, divulgando a revista, posicionando-se como árbitro em questões estratégicas do envolvimento da RAI no meio acadêmico e profissional. O Conselho Editorial não supervisiona ou interfere no processo editorial, estando afastado do processo de arbitramento de artigos. Manifesta-se em assuntos relevantes como a consistência da política editorial e das publicações, sua qualidade e também sobre as questões éticas pertinentes à gestão editorial. Cada membro assume também a função de “ouvidor” da comunidade científica atuante na área, garantindo a credibilidade acadêmica e a postura que se espera de uma revista científica.

Comitê Científico

Trata-se de um colegiado interinstitucional, composto por representantes dos grupos de pesquisa que respaldam mais diretamente o desenvolvimento da revista. Sua atuação é feita de forma colegiada, com decisões coletivas e democráticas. A missão maior do grupo é procurar assegurar a credibilidade dos procedimentos editoriais adotados e assumir a responsabilidade científica da revista. O Comitê Científico indica o Editor Científico que passa a ser seu membro natural. Ademais, suas atribuições são de caráter científico com o intuito de assegurar que a missão da Revista seja cumprida. Este comitê deve estar permanentemente ativo no cumprimento das definições gerais da política editorial da revista e também dos procedimentos editoriais previstos, particularmente no que se refere à garantia de consistência e qualidade das publicações. Edições especiais e outras contribuições científicas deverão ser discutidos e definidos por esta instância. É sua atribuição discutir e desenvolver regulamentos próprios para assuntos variados como: normas e formatação de artigos; critérios de avaliação e aceite de textos para publicação; aceite de novos grupos de pesquisa para participar do comitê; aprovação do orçamento; credenciamento de revisores e pareceristas; definição de política de circulação e assinaturas, entre outras matérias. O Comitê Científico não interfere na operação editorial da RAI, que é de sobre responsabilidade do Editor e sua equipe operacional.

Editor Científico

É o responsável pela estabelecimento da Política Editorial, pela gestão editorial e pela supervisão da Secretaria Editorial, que opera todo o fluxo de trabalho, com auxílio do e sistemas Open Journal System – OJS. O Editor tem atuação específica na seleção prévia de artigos encaminhados para a revista, na distribuição dos artigos entre os pareceristas,que irão avaliá-los. Se os artigos possuírem a qualidade esperada eles serão publicados. Adicionalmente, o Editor deve ter uma postura ativa nos trabalhos do Comitê Científico e na articulação de ações do Conselho Editorial. Um fluxograma das atividades do processo de editoração científica está explicitado na plataforma OJS, no item de menu “Sobre/Sobre o Sistema de Publicação Eletrônica de Revistas”.

Revisor de artigos

O trabalho de revisão é dos mais críticos na construção de uma revista de boa qualidade. Um bom revisor ajuda a construir a reputação da revista e de sua própria função. A RAI ao longo do tempo criou uma rede de colaboradores, muitos dos quais autores passados e potenciais autores futuros. Atuar como revisor pode ser entendido como uma contrapartida pelo trabalho de revisão de seus próprios textos, mas esta tem sido uma prática que demanda muito esforço e merece ser sempre incentivada. O foco da avaliação para a RAI é aceitar (ou não) o trabalho para publicação e em caso positivo ou negativo contribuir para o aperfeiçoamento do texto em termos científicos e de apresentação. É recomendado que o revisor tivesse os critérios estabelecidos e atuasse com discernimento e respeito, pois esta postura permite propor a não publicação de um artigo que pode ser fundamental para a carreira de um autor docente ou pesquisador. O revisor deve ter sempre uma postura de aceitar uma tarefa para a qual se sinta confortável em termos temáticos, teóricos e de metodologia. Sendo o processo duplamente cego, este tende a ser a principal característica de todo o processo.

Autor

O autor é o personagem que mais tem relevância em todo o sistema editorial, pois parte dele o conteúdo da revista e seus desdobramentos em termos de qualidade e citações. Sua pesquisa ao ser publicada conclui um ciclo virtuoso de divulgação. Obviamente o autor deve observar a política editorial e uma amostragem de artigos recentemente publicados para selecionar o periódico para o qual irá enviar seu manuscrito. De acordo com as boas práticas, deve haver um respeito a estes tópicos, o que aumenta consideravelmente a probabilidade de aceitação para o processo editorial, enquanto sua falta pode levar à rejeição já na revisão de admissão. O autor deve também submeter artigos fruto de pesquisas originais e dentro do escopo da revista, tendo ainda que respeitar o formato gramatical tradicional e as normas para publicação. Não há propriamente uma indicação de como o artigo deve ser apresentado, mas uma estrutura clara e objetiva deve estar presente, contendo, preferencialmente: (i) introdução, que estabelece a finalidade da pesquisa (tema central, escopo, objetivo e estrutura da pesquisa e relevância; (ii) questão central e proposição de resposta a ela, balizada em referencial teórico atual ; (iii) metodologia ou métodos e técnicas de pesquisa; (iv) resultados e discussão; (v) conclusões e recomendações; e (vi) referências cuidadosamente revisadas conforme o padrão do periódico. É uma infração ética submeter um mesmo manuscrito a mais de um periódico ou enviá-lo a um novo periódico sem retirá-lo formalmente de algum outro em que o texto esteja sendo avaliado. Ademais, após o processo de revisão é justo que o autor absorva os comentários construtivos do processo de revisão. Mas, o autor pode perfeitamente não aceitá-los e envidar esforços para justificar sua postura, qualquer que seja. Em caso de rejeição, o autor deve se sentir estimulado a prosseguir no seu trabalho, visando uma nova submissão.

Editor • Milton de Abreu Campanario, PGT/USP - São Paulo

 

Ficha Catalográfica

Revista de Administração e Inovação – RAI ® Modalidade Editorial: Eletrônica – http://www.revistarai.org. Vol.1, No.1 (janeiro/julho 2004) – São Paulo – S.P. Periodicidade: Trimestral Publicação do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da Universidade de São Paulo – PGT/USP. Editor: Milton de Abreu Campanario –janeiro de 2004 ISSN: 1809-2039 1. Administração – Periódicos. 2. Inovação - Periódica São Paulo – S.P. - Brasil

 

Indexadores e Diretórios

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Classificação CAPES/QUALIS

Classificação no CAPES/QUALIS: B1