Empreendedorismo corporativo e competitividade em empresas de base tecnológica

Autores

  • Marcos Roberto Piscopo Fundação Getúlio Vargas

Palavras-chave:

Competitividade, Empreendedorismo Corporativo, Empresas de Base Tecnológica.

Resumo

O presente trabalho foi desenvolvido com a finalidade de analisar a prática do empreendedorismo corporativo nas empresas de base tecnológica. Buscou-se, especificamente, entender quais foram os benefícios, as dificuldades, os riscos e as vantagens resultantes do exercício dessa modalidade de empreendedorismo. Verificou-se que a prática do empreendedorismo corporativo é essencial para as empresas de base tecnológica que se inserem em ambientes de negócios caracterizados pela elevada rivalidade entre concorrentes. O sucesso do empreendedorismo corporativo não é um resultado passivo, depende de aspectos que envolvem as características do intraempreendedor, a posição da área de novos negócios na organização e as condições ambientais proporcionadas pela empresa. Destaca-se a relevância da orientação intraempreendedora para a competitividade da organização e seu alinhamento com a visão da empresa baseada em recursos, uma vez que o principal domínio que assegura o empreendedorismo corporativo é a inovação promovida pelas pessoas.

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Biografia do Autor

Marcos Roberto Piscopo, Fundação Getúlio Vargas

Doutorado em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo - FEA/USP Professor da Fundação Getulio Vargas – FGV/SP

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Publicado

2010-05-21

Como Citar

Piscopo, M. R. (2010). Empreendedorismo corporativo e competitividade em empresas de base tecnológica. INMR - Innovation & Management Review, 7(1), 131-150. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/rai/article/view/79162

Edição

Seção

Artigos