Desenvolvimento de capacidades não-tecnológicas e o papel dos processos subjacentes de aprendizagem: experiência da Petrobras

Autores

  • Adslea Castro Fundação Getúlio Vargas
  • Paulo César Negreiros de Figueiredo Fundação Getúlio Vargas

Palavras-chave:

capacidades não-tecnológicas, processos de aprendizagem, performance inovadora e Petrobras.

Resumo

Este artigo examina o desenvolvimento de capacidades não-tecnológicas e os processos subjacentes de aprendizagem. Este relacionamento é examinado na Petrobras (1957-2007) à base de evidências empíricas de longo prazo e de primeira mão colhidas a partir de extensivo trabalho de campo. O estudo revelou que a acumulação de capacidades não-tecnológicas jogou um papel significativo na performance inovadora da empresa em estudo. Este estudo contribui de um lado para expandir nosso entendimento sobre a natureza das capacidades não tecnológica. De outro lado, o estudo chama a atenção dos gestores para a importância dessas capacidades que, embora não sejam de natureza técnica, não deveriam ser negligenciadas nos esforços gerenciais para o aprimoramento de performance inovadora em nível empresarial.

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Biografia do Autor

Adslea Castro, Fundação Getúlio Vargas

Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas – FGV

Paulo César Negreiros de Figueiredo, Fundação Getúlio Vargas

Doutor em Technology and Innovation Management pela Science And Technology Policy Research University Of Sussex, Inglaterra, Professor da Fundação Getúlio Vargas – FGV

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Publicado

2013-07-01

Como Citar

Castro, A., & Figueiredo, P. C. N. de. (2013). Desenvolvimento de capacidades não-tecnológicas e o papel dos processos subjacentes de aprendizagem: experiência da Petrobras. INMR - Innovation & Management Review, 10(2), 45-80. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/rai/article/view/79316

Edição

Seção

Artigos