Inclusão do equivalente energético do lactato na regressão VO2-intensidade em corrida horizontal e inclinada (10,5%)

  • Victor Machado REIS Center in Sports Sciences, Health Sciences & Human Development
  • Diogo Roberto OLIVEIRA Center in Sports Sciences, Health Sciences & Human Development
  • André Luiz CARNEIRO Universidade Estadual de Montes Claros; Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
  • Hélder Miguel FERNANDES Center in Sports Sciences, Health Sciences & Human Development
  • Christopher SCOTT University of Southern Maine

Resumo

O estudo teve por objetivo analisar o efeito da adição do equivalente energético do lactato sanguíneo com a medida de VO2 durante a corrida em esteira horizontal (0%) e inclinada (10,5%), como forma de estimativa do custo energético da corrida. Treze corredores de meia e longa distância (idade 28,1 ± 4,2 anos; estatura 1,75 ± 0,07 m; massa corporal 65,2 ± 4,9 kg; VO2max 70,3 ± 4,9 ml·kg-1·min-1) cumpriram dois testes em esteira rolante (0% e 10,5%) que incluíram vários estágios em intensidade constante. Foram calculadas para cada atleta as regressões VO2-velocidade, bem como regressões alternativas com a adição de um equivalente energético de 3 ml O2 Eq·kg-1·mM [La-] às medições de VO2. Não se verificou interação significativa entre a adição do equivalente do lactato e a inclinação da esteira. A ANOVA indicou um efeito significativo da adição do equivalente do lactato na inclinação da reta de regressão e na estimativa do custo energético. Os tamanhos do efeito obtidos indicam que este efeito é mais forte na corrida horizontal. Estes resultados sugerem que em testes laboratoriais com corredores treinados se deverá considerar a adição dos valores de VO2 com os equivalentes energéticos do lactato.

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Publicado
2016-06-01
Como Citar
REIS, V., OLIVEIRA, D., CARNEIRO, A., FERNANDES, H., & SCOTT, C. (2016). Inclusão do equivalente energético do lactato na regressão VO2-intensidade em corrida horizontal e inclinada (10,5%) . Revista Brasileira De Educação Física E Esporte, 30(2), 255-261. https://doi.org/10.1590/1807-55092016000200255
Seção
Biodinâmica