Como conversar sobre áreas contaminadas em eventos de divulgação científica?

  • Pedro Henrique Freire Janzantti Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
  • Carla Mello Moreira Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
  • Carlos Alberto Mendonça Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
  • Felipe Lisbona Cavalcante Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
  • Túlio Cordeiro Bicudo Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
Palavras-chave: Áreas Contaminadas. Google Earth. Programa de Extensão Universitária. Ensino. Cartografia.

Resumo

Este artigo apresenta algumas reflexões sobre as possibilidades da extensão universitária e educação ambiental no Brasil, a partir da discussão sobre áreas contaminadas e sua relação com o cotidiano. Para tanto, baseia-se na análise de dados e informações diversas, principalmente da Relação de Áreas Contaminadas (RAC) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), em um manual de gestão ambiental e nos materiais disponibilizados por órgãos públicos, institutos e associações. Nesse sentido, discute-se a adoção de um método cartográfico como tecnologia de informação e comunicação (TIC) para a apresentação do fenômeno, utilizando o Google Earth. Os resultados apontaram que os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) possibilitam o processamento dos dados, de forma a oferecer diferentes representações para o fenômeno e, por consequência, diversas abordagens. Dentre as principais considerações finais, aponta-se a tecnologia como caminho promissor no processo de informação e conscientização ambiental, auxiliando o despertar do senso de reivindicação política. Finalmente, são considerados alguns caminhos a ser seguidos na continuidade e aprimoramento desse trabalho.

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Biografia do Autor

Pedro Henrique Freire Janzantti, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Estudante do curso de Geografia, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP)
Carla Mello Moreira, Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
Estudante do curso de Meteorologia, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP). Bacharel em Letras (Português-Grego)pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP) e em Economia pela Faculdade de Economia e Administração (FEA-USP).
Carlos Alberto Mendonça, Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
Professor Associado do Departamento de Geofísica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP).
Felipe Lisbona Cavalcante, Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
Bacharel em Geofísica pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP) e, atualmente, mestrando no mesmo instituto.
Túlio Cordeiro Bicudo, Universidade de São Paulo. Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas
Estudante do curso de Geofísica, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP).
Publicado
2017-03-22
Como Citar
Janzantti, P. H., Moreira, C., Mendonça, C. A., Cavalcante, F., & Bicudo, T. (2017). Como conversar sobre áreas contaminadas em eventos de divulgação científica?. Revista De Cultura E Extensão USP, 16, 80-93. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9060.v16i0p80-93
Seção
Artigos