Para além do Atlântico sul

Fundamentos institucionais e financeiros do tráfico de escravos do Rio de Janeiro em finais do século XVIII

Palavras-chave: Rio de Janeiro, Tráfico de escravos, Instituições mercantis, história atlântica, negociantes

Resumo

Este artigo visa apresentar uma análise dos fundamentos institucionais e financeiros do tráfico de cativos no porto do Rio de Janeiro durante as últimas décadas do século XVIII e primeiras do século XIX. A análise privilegia o estudo dos dilemas relacionados ao risco e à circulação de capitais que serviam de suporte ao comércio de viventes. Trata-se de uma perspectiva até agora pouco empregada pelos trabalhos que analisam o tráfico de escravos. O artigo foca as instituições mercantis nas quais os têxteis da Ásia eram colocados nos circuitos do comércio de humanos escravizados. Levantam-se críticas sobre problemas interpretativos do modelo bipolar e, além disso, chama-se a atenção para a necessidade de reavaliar o modelo segundo o qual teria prevalecido uma alta concentração na propriedade dos navios que circularam entre o porto e Áfricas sem considerar que as fontes fazem referência à consignação de navios e não à propriedade.

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Biografia do Autor

J. Bohorquez, Instituto de Ciências Sociais - Universidade de Lisboa

Doutor em história pelo European University Institute. Anteriormente postdoctoral fellow na Weatherhead Center for International Studies e atualmente pesquisador pós-doutoral no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

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Publicado
2019-10-30
Seção
escravos, escravização