O fantasma da unidade cultural na metáfora palinódica do brasileiro alemão

Autores

  • Sérgio Barron Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0i129-131p19-30

Palavras-chave:

fantasma, metáfora

Resumo

A concentração de judeus ficou sendo, ao longo dos séculos, o melhor instrumento para sua sobrevivência. Eles formavam uma minoria que nem sempre podia frigir oa reagir a violência. A terceira solução que prevalecia era a multiplicação das barreiras e obstáculos para protegerem-se e criarem lendas para manterem soa crença no sentido da vida. Assim surgem as "juderías" e os guetos da Europa, construídos pelos próprios judeus. A Lei Talmúdica, porém, nâo conseguiu preservá-los da
obstinação dos assassinos. Cada vez que ocorre uma catástrofe pior que a anterior, reaparece a necessidade da religião e as justificativas para as desgraças. Podemos comprovar instantes em que nenhum mito ou determinação rabraica conseguiram prevenir um massacre. Por outro lado, nenhum povo, como o israelense, pode salvar-se por si só: ele precisa mudar seu relacionamento com os outros. Portanto, o destino dos judeus parece estar estreitamente vinculado ao destino da romanidade, precisando chegar-se a om entendimento dos interesses comuns a todos.

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Publicado

1994-12-30

Edição

Seção

Artigos