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A apropriação ecológica de seringais na Amazônia e a advocacia das rubber plantations

Rosineide Bentes

Resumo


Visões conflitantes de meio ambiente e propriedade marcaram a história da apropriação dos seringais de 1840 até às primeiras décadas do séc. XX. A apropriação ecológica local - na qual terra significava floresta e o número economicamente lucrativo de seringueiras definia o tamanho e os contornos da propriedade seringueira - colidiu com o sentido científico-territorial da terra: apenas um solo a ser desmatado para a monocultura, sendo a propriedade definida por sua extensão. Os promotores das plantations associaram-nas a civilidade e os seringais a incivilidade e primitivismo, ofuscando a complexa combinação de percepção ecológica da natureza com concepções modernas de propriedade e de terra que caracterizava os seringais.

Palavras-chave


Amazônia;Ecologia;Terra;Borracha;Tecnologia

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0i151p115-150

 

Cited-By

1. A intervenção do ambientalismo internacional na Amazônia
Rosineide Bentes
Estudos Avançados  vol: 19  issue: 54  first page: 225  year: 2005  
doi: 10.1590/S0103-40142005000200013

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