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Perfil epidemiológico de idosos hipertensos no Brasil: uma revisão integrativa

Álef Lamark Alves Bezerra, Daniel Sarmento Bezerra, Danielle Serafim Pinto, André Ricardo Bezerra Bonzi, Ricardo Montenegro Nóbrega de Pontes, José Artur de Paiva Veloso

Resumo


O aumento da população idosa tem consequências diretas sobre os sistemas de saúde pública, uma vez que a velhice está mais intimamente ligada a condições patológicas que comprometem alguns sistemas, como o sistema vascular, por exemplo. Assim, com o envelhecimento, o indivíduo é suscetível a mais morbidades como a hipertensão, que é destacada como fator de risco para a qualidade de vida e declínio na função cognitiva. Por isso, realizou-se este estudo cujo objetivo é descrever o perfil epidemiológico de pacientes hipertensos e idosos matriculados no programa Hiperdia e residentes em estados do Brasil. Foi analisada sua associação com os principais fatores de risco como o tabagismo, o sedentarismo e o excesso de peso. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, composta por publicações relativas aos anos de 2012 a maio de 2016, em português, inglês ou espanhol, indexadas do portal da Biblioteca Virtual de Saúde, BVS, nos seguintes bancos de dados: LILACS; BDENF, MEDLINE e SciELO. A hipertensão é comum nos idosos e tem a sua prevalência aumentada pelo envelhecimento, condicionando assim a morbidade e a mortalidade desta população. Entre os principais fatores de risco encontrados em pesquisa e estudos estão a alta circunferência da cintura, o excesso de peso e, muitas vezes, o consumo de gorduras saturadas. Além destes, estão o hábito de fumar, beber álcool e fazer exercício de forma irregular. Cabe citar que a maioria dos estudos sugere que as mulheres mais velhas são o público mais danificado. Finalmente, o programa Hiperdia é decisivo para melhorar a qualidade de vida, pois faz a regulamentação do atendimento médico e fornece tanto controle quanto sinais para problemas que podem ocorrer dentro da população assistida e deve haver de parte da sociedade e do estado e esforço para aprimorar este programa.


Palavras-chave


Assistência integral a saúde; Saúde do idoso; Hipertensão/epidemiologia; Fatores de risco; Perfil de saúde; Brasil/epidemiologia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v97i1p103-107

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