Projeto Bandeira Científica: história, estratégias e resultados

  • Luiz Fernando Ferraz da Silva Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina, Departamento de Patologia
Palavras-chave: Assistência à saúde/recursos humanos, Expedições/história, Relações comunidade-instituição, Atenção à saúde

Resumo

Projeto Bandeira Científica é um projeto de extensão criado em 1957 que atualmente tem caráter interdisciplinar e que desenvolve anualmente atividades educacionais, científicas e assistenciais em diferentes municípios do país. O projeto conta com uma equipe anual média de 160 alunos e 50 profissionais atuando de forma interdisciplinar e conta com uma fase de preparação de 8 meses para levantamento de demandas e preparação da equipe, uma expedição de 10 dias para atividades assistenciais, educativas e de coleta de dados e atividades de seguimento presencial e à distância por outros 8 meses incluindo a proposição de projetos estruturantes em saúde. Nos últimos 14 anos já atingiu diretamente mais de 45.000 pessoas em 17 municípios do país e contou com a participação de 1428 alunos de graduação que tiveram oportunidade de vivenciar uma realidade completamente diferente do habitual que representa a realidade de grande parte do país. Parcerias com 22 instituições até o momento possibilitaram ampliação do espectro de continuidade e replicação do projeto. Dados científicos levantados durante a expedição mostram ótimo nível de produtividade no contexto de um projeto de extensão. Embora a repercussão positiva do projeto seja considerável, entendemos que sempre há espaço para aprimoramento, especialmente no que tange às estratégias de atuação interdisciplinar e continuidade.

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Biografia do Autor

Luiz Fernando Ferraz da Silva, Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina, Departamento de Patologia
Diretoria do Projeto Bandeira Científica. Faculdade de Medicina da USP – Departamento de Patologia.
Publicado
2012-03-18
Como Citar
Silva, L. F. (2012). Projeto Bandeira Científica: história, estratégias e resultados. Revista De Medicina, 91(1), 36-43. https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v91i1p36-43