Discutindo a tradição Aratu: proposta de um modelo de dispersão e implantação nas zonas de tensão ecológica

Autores

  • Juliana Soares Instituto Anchietano de Pesquisas - Universidade do Vale do Rio dos Sinos/UNISINOS

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2013.107025

Palavras-chave:

Tradição Aratu, Modelo de dispersão, Contexto ambiental, Ecótonos

Resumo

Durante análise do sítio GO-RV-06, buscando contextualizá-lo no panorama arqueológico regional, surgiu a motivação de retomar temas da tradição Aratu. Utilizando fontes bibliográficas, foi elaborado um modelo que busca interpretar os processos de dispersão dos grupos portadores desta tradição pelo território, levantando a existência de uma zona central de desenvolvimento, com datas antigas, em detrimento de zonas periféricas. Buscou-se, ainda, o entendimento do contexto ambiental de inserção dos sítios, corroborando, por meio da construção de um banco de dados, com a hipótese de um padrão de assentamento que associa sítios Aratu a áreas de tensão ecológica.O cruzamento entre os dados produzidos permitiu inferir sobre as estratégias de gestão territorial e sua influência nos processos de dispersão.

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Biografia do Autor

Juliana Soares, Instituto Anchietano de Pesquisas - Universidade do Vale do Rio dos Sinos/UNISINOS

Mestre em História: sociedades indígenas – cultura e memória – Universidade do Vale do Rio dos Sinos/UNISINOS. Este trabalho foi desenvolvido nas dependências do Instituto Anchietano de Pesquisas/UNISINOS, sob a orientação do Dr. Pedro Ignácio Schmitz.

 

 

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Publicado

2013-12-26

Como Citar

Soares, J. (2013). Discutindo a tradição Aratu: proposta de um modelo de dispersão e implantação nas zonas de tensão ecológica. Revista Do Museu De Arqueologia E Etnologia, (23), 61-77. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2013.107025

Edição

Seção

Artigos