Peças que descem, peças que sobem e o fim de Pompéia: algumas observações sobre a natureza flexível do registro arqueológico.

Autores

  • Astolfo Gomes de Mello Araujo Universidade de São Paulo. Museu de Arqueologia e Etnologia. Departamento do Patrimônio Histórico do Município de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.1995.109215

Palavras-chave:

Movimentação vertical - Processos de formação - Geoarqueologia - Bioturbação - Remontagem - Pisoteamento - Traceologia

Resumo

A movimentação vertical de peças é um fenômeno presente em praticamente qualquer sítio arqueológico, em maior ou menor grau. Ainda assim, é comum que os arqueólogos encarem o registro arqueológico como uma entidade estável e rígida, partindo de pressupostos implícitos e bastante perigosos. Este artigo mostra alguns casos de movimentação vertical, discute suas várias causas, suas principais conseqüências e apresenta algumas sugestões para que se lide com o problema.

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Biografia do Autor

Astolfo Gomes de Mello Araujo, Universidade de São Paulo. Museu de Arqueologia e Etnologia. Departamento do Patrimônio Histórico do Município de São Paulo

pós-graduando (douramento) do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo.

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Publicado

1995-12-18

Como Citar

Araujo, A. G. de M. (1995). Peças que descem, peças que sobem e o fim de Pompéia: algumas observações sobre a natureza flexível do registro arqueológico. Revista Do Museu De Arqueologia E Etnologia, (5), 3-25. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.1995.109215

Edição

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