Paleoam biente e paleoetnologia de populações sam baquieiras do sudeste do E stado do Rio de Janeiro.

Autores

  • Rita Scheel-Ybert Université Montpellier II. Institut de Botanique. Laboratoire de Paléoenvironnements, Anthracologie et Action del ’Homme

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.1999.109341

Palavras-chave:

Paleoambiente - Paleoetnologia - Antracologia - Sambaquis - Tubérculos - Restinga - Mangue - Floresta - Brasil.

Resumo

A análise antracológica de sete sambaquis do Estado do Rio de Janeiro permitiu a reconstituição do paleoambiente vegetal e a elucidação de diversas questões paleoetnológicas com respeito à utilização da madeira e à alim entação dos sam baquieiros. A estabilidade do meio am biente vegetal, apresentando diversos ecossistemas como a restinga, a mata seca, o mangue e a Mata Atlântica, foi provavelmente um fator fundamental na manutenção do sistema sociocultural dos pescadores-coletores-caçadores.

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Publicado

1999-12-17

Como Citar

Scheel-Ybert, R. (1999). Paleoam biente e paleoetnologia de populações sam baquieiras do sudeste do E stado do Rio de Janeiro. Revista Do Museu De Arqueologia E Etnologia, (9), 43-59. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.1999.109341

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