Jogos Olímpicos: a generificação de corpos performantes

  • Silvana Vilodre Goellner Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança
Palavras-chave: Jogos Olímpicos, gênero, mulher, feminilidade.

Resumo

Este texto tem como objetivo analisar os Jogos Olímpicos como espaço de produção de corpos generificados. Focaliza aspectos como a desigualdade numérica entre homens e mulheres participantes e entre as modalidades disputadas por cada sexo. Considerando que gênero se refere à construção de masculinidades e feminilidades, analisa ainda as estratégias de controle sobre os corpos e performances de mulheres que se afastam de uma representação normalizada de feminilidade e cuja permanência nas competições é autorizada, desde que seja comprovada a autenticidade de seu sexo.

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Biografia do Autor

Silvana Vilodre Goellner, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança
SILVANA VILODRE GOELLNER é professora da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, coordenadora do Centro de Memória do Esporte da mesma instituição e do Grupo de Estudos sobre Esporte, Cultura e História (Grecco).
Publicado
2016-03-28
Como Citar
Goellner, S. (2016). Jogos Olímpicos: a generificação de corpos performantes. Revista USP, (108), 29-38. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i108p29-38
Seção
Dossiê Jogos Olímpicos