O tráfico negreiro na cartografia luso-afro-brasileira: a circulação da informação geográfica no Atlântico Sul

  • Iris Kantor Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de História
Palavras-chave: tráfico de escravos, roteiros náuticos, companhias de comércio, cartografia luso-afro-brasileira, portos negreiros, logística naval

Resumo

Assim como as turbulências provocadas no além-mar pela Guerra dos Trinta Anos no século XVII, o Tratado de Utrecht, a Guerra dos Sete Anos e a expansão napoleônica mudaram a configuração das redes comerciais do Atlântico Norte e Sul em escala global. Ao final do século XVIII, os portos europeus e as fábricas na África já estavam totalmente documentados pelos cartógrafos da América Portuguesa com grande precisão, difundindo informações náuticas e geográficas importantes. Procuramos destacar a circulação de informações etnográficas, militares e mercantis, ressaltando o potencial heurístico das fontes cartográficas para o estudo do tráfico negreiro da segunda metade do século XVIII

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Biografia do Autor

Iris Kantor, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de História
é professora do Departamento de História da FFLCH-USP e bolsista do CNPq
Publicado
2017-06-06
Como Citar
Kantor, I. (2017). O tráfico negreiro na cartografia luso-afro-brasileira: a circulação da informação geográfica no Atlântico Sul. Revista USP, (113), 81-102. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i113p81-102
Seção
Dossiê Amazônia Azul