Igrejas evangélicas como máquinas eleitorais no Brasil

  • Reginaldo Prandi
  • Renan William dos Santos
  • Massimo Bonato
Palavras-chave: religião e política, orientações religiosas, igrejas evangélicas, eleições no Brasil, secularização

Resumo

O artigo compara as relações de religiões brasileiras com a esfera política a partir de dois planos distintos: o das concepções políticas dos fiéis e o da atuação eleitoreira das igrejas. São utilizados como fonte principal dados de uma pesquisa nacional de opinião conduzida no ano de 2016 pelo Instituto Datafolha. Procuramos compatibilizar aqui o diagnóstico sociológico de avanço da modernidade religiosa, a partir do qual a religião em seus moldes tradicionais se torna cada vez mais sujeita a bricolagens de fiéis alheios às regulações institucionais, com a constatação do crescente poder de influência eleitoral de igrejas evangélicas em comparação com as demais instituições religiosas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Reginaldo Prandi

é Professor Emérito da Universidade de São Paulo e membro do grupo de pesquisa Diversidade Religiosa na Sociedade Secularizada do CNPq

Renan William dos Santos

é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP (com apoio financeiro da Fapesp) e membro do grupo de pesquisa Diversidade Religiosa na Sociedade Secularizada do CNPq

Massimo Bonato

é doutor em Sociologia pela USP e membro do grupo de pesquisa Diversidade Religiosa na Sociedade Secularizada do CNPq

Publicado
2019-03-11
Como Citar
Prandi, R., Santos, R., & Bonato, M. (2019). Igrejas evangélicas como máquinas eleitorais no Brasil. Revista USP, (120), 43-60. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i120p43-60
Seção
Dossiê religião e modernidade