Nota sobre o emprego da glicerina na conservação do vírus da raiva amostra C.V.S.

Autores

  • José de Angelis Côrtes Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal, São Paulo, SP
  • Moacyr Rossi Nilsson Instituto Biológico de São Paulo, Seção de Raiva e Encefalomielite, São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v12i1p235-240

Palavras-chave:

Glicerina, Raiva (Vírus), C.V.S.

Resumo

Suspensões a 20% de cérebro de camundongos infectados com vírus da raiva, amostra C.V.S., foram adicionados a igual volume de diluente comum (água destilada com 2% de soro de cavalo normal), líquido de Bedson e glicerina, e estocados a —15°C. Os resultados obtidos nas titulações em camundongos, realizados aos 2, 60, 120, I5O e 180 dias, revelaram maior estabilidade da suspensão conservada em glicerina.

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Publicado

1975-12-15

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS

Como Citar

Nota sobre o emprego da glicerina na conservação do vírus da raiva amostra C.V.S. (1975). Revista Da Faculdade De Medicina Veterinária E Zootecnia Da Universidade De São Paulo, 12(1), 235-240. https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v12i1p235-240