Prevalência de infecções helmínticas em gatos na cidade de São Paulo

Autores

  • Saemi Ogassawara Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Sergio Benassi Secretaria da Agricultura, Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, Campinas, SP
  • Carlos Eduardo Larsson Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Plinio Tadeu Zenker Leme Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Mitika Kuribayashi Hagiwara Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v23i2p145-149

Palavras-chave:

Helmintos (felinos), Post-mortem (felinos), Prevalência, São Paulo, SP

Resumo

Nas necropsias de 54 gatos, realizadas na cidade de São Paulo, foram encontrados os seguintes helmintos: O. caninum, 63%; T. cati, 53,7%; A. braziliense, 37,0%,- A. caninum/A. tubaeforme, 25,9%; P. praeputialis , 18,5%; B. abstrusus, 18,5%; P. rara, 14,8%; T. taeniaeformis , 13,0%; Strongyloides sp., 5,6,S%; T. canis, O. tricuspis, P. arnaldoi, P. fastosum, 3,7% cada, e Soirometra, 1,8%. Infecção única foi observada em 20,4% e múltipla em 74,1%. T. canis, Strongyloides sp e Phagycola arnaldoi foram identificados pela primeira vez na cidade de São Paulo, entretanto, Ollulanus tricuspis, e Physaloptera rara, pela primeira vez no Brasil.

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Publicado

1986-09-15

Edição

Seção

MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA

Como Citar

Prevalência de infecções helmínticas em gatos na cidade de São Paulo. (1986). Revista Da Faculdade De Medicina Veterinária E Zootecnia Da Universidade De São Paulo, 23(2), 145-149. https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v23i2p145-149