A Institucionalização das Discussões de Gênero nas Universidades: reflexões a partir das grades curriculares das graduações em Psicologia na cidade de São Paulo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/rg&pp.v8i1.147279

Resumo

O presente artigo propõe uma reflexão acerca da importância da institucionalização da discussão de gênero no interior das universidades, a partir de um levantamento da ocorrência do termo “gênero” nos títulos e ementas das disciplinas que compõem as grades curriculares dos cursos de graduação em Psicologia da cidade de São Paulo. As universidades gozam de autonomia didático-científica, e pressupõe-se que sejam agentes de desenvolvimento social, estimulando a construçãode um pensamento e conhecimento crítico-reflexivos. Constatou-se que, mesmo com políticas e diretrizes que definem a inclusão da discussão de gênero nos currículos, a quase ausência de disciplinas com o termo “gênero” em seus títulos ou ementas indica que tal debate não está instituído nos cursos de Psicologia da cidade de São Paulo.

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Biografia do Autor

Beatriz Besen de Oliveira, Universidade de São Paulo

Psicóloga e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil, e mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Estado, Gobierno y Políticas Públicas da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Mariana Fagundes de Almeida Rivera, Universidade de São Paulo

Psicóloga e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Diego Amaral Penha, Universidade de São Paulo

Psicólogo e mestre em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil, pesquisador do Grupo de pesquisa Sujeito, sociedade e política em psicanálise e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Lara Mundim Moreira, Universidade de São Paulo

Psicóloga pela Universidade de Brasília, Brasília, DF, Brasil, e Universidade do Porto, Portugal, e mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Annielson de Souza Costa, Universidade São Paulo

Enfermeiro pela Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão, Caxias, MA, Brasil, e mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Daniel da Silva Taranta, Universidade de São Paulo

Psicólogo pela Universidade São Marcos, São Paulo, SP, Brasil, e mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

Soraia Ansara, Universidade de São paulo

Filósofa graduada no Centro Universitário Assunção, São Paulo, SP, Brasil, mestra e doutora em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil, e professora no Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política da Universidade São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.

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Publicado

2018-08-14

Como Citar

Besen de Oliveira, B., Fagundes de Almeida Rivera, M., Amaral Penha, D., Mundim Moreira, L., de Souza Costa, A., da Silva Taranta, D., & Ansara, S. (2018). A Institucionalização das Discussões de Gênero nas Universidades: reflexões a partir das grades curriculares das graduações em Psicologia na cidade de São Paulo. Revista Gestão & Políticas Públicas, 8(1), 74-93. https://doi.org/10.11606/rg&pp.v8i1.147279