Por uma cartografia sentimental

do imaginário ficcional de Cidadilha à cidade-ilha de Vitória (ES)

  • Linda Kogure Universidade Federal do Espírito Santo (UFES, Vitória, ES, Brasil)
  • Milton Esteves Junior Universidade Federal do Espírito Santo (UFES, Vitória, ES, Brasil)
Palavras-chave: Urbanização e literatura, Cidadilha e Vitória, cartografia sentimental e antropofagia, topografia e toponímia

Resumo

A partir da geografia imaginária de Cidadilha, a cidade-ilha colonial de Vitória (ES), do escritor e historiador capixaba Luiz Guilherme Santos Neves, a meta é construir uma cartografia sentimental. Para tanto, criou-se a figura de um viajante-cartógrafo, que desembarcará na ilha para vivenciá-la antropofagicamente e reapresentar a ficção do ponto de vista do visitante. Ele abrirá pistas para interlocuções entre o corpus teórico (Rolnik, Certeau, Tuan etc.) e as experiências cartográf icas realizadas na concretude do objeto empírico (a cidade de Vitória). O artigo estrutura-se como roteiro de viagem, pressupondo também que Cidadilha seja uma viagem no espaço-tempo verossímil ao traçado original do (e até hoje verificável no) núcleo fundacional de Vitória.

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Biografia do Autor

Linda Kogure, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES, Vitória, ES, Brasil)

Pós-doutoranda em Processos Urbanos e Políticas Físico-Territoriais no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGAU/UFES).

Milton Esteves Junior, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES, Vitória, ES, Brasil)

Professor associado do Departamento de Arquitetura e Urbanismo do PPGAU/UFES.

Publicado
2018-12-14
Como Citar
Kogure, L., & Esteves Junior, M. (2018). Por uma cartografia sentimental. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (71), 274-290. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i71p274-290
Seção
Artigos