O fluxo perene da literatura de cordel

coincidências “virtuosas” entre Mário de Andrade e os poetas nordestinos

Palavras-chave: Literatura brasileira, literatura de cordel, Mário de Andrade, Na Pancada do Ganzá, Silvino Pirauá de Lima, Francisco das Chagas, Fundos Villa-Lobos

Resumo

Aproximar Mário de Andrade e os poetas da literatura de cordel pode parecer inusitado, mas se justifica pelo “descobrimento” dessa poética e suas andanças pelo Nordeste, em meados dos anos 1920, e pela adesão à causa popular expressa no alentado projeto de pesquisa Na Pancada do Ganzá, que reuniria toda a produção do folclore nacional, mas que não passou de um importante Prefácio. Foi esse o ponto de  partida do ensaio em que dialogam interlocutores diversos – alguns virtuais à sua obra – como forma de mostrar o aval de Mário em relação não só à literatura clássica nordestina, mas à cultura popular como um todo.

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Biografia do Autor

Ivone da Silva Ramos Maya, Universidade Federal Fluminense (UFF, Niterói, RJ, Brasil)

Professora aposentada da Universidade Federal Fluminense (UFF). Pesquisadora associada da Fundação Casa  de Rui Barbosa. Foi professora visitante do Programa de Pós-Graduação da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (Ebape/FGV).

Publicado
2019-04-18
Como Citar
Maya, I. (2019). O fluxo perene da literatura de cordel. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (72), 296-306. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i72p296-306
Seção
Documentação