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Canais Iônicos na Epilepsia

Alysson S. da Silva, Iara L. L. de Souza, Bagnólia A. da Silva

Resumo


Dados da Organização Mundial da Saúde apontaram uma prevalência mundial de epilepsia por volta de 50 milhões de pessoas. A crise epiléptica é um período de excitação síncrona anormal de uma população de neurônios. O balanço entre sistemas de controle que impedem uma descarga de potencial de ação excessiva nos neurônios e outros sistemas que facilitam a excitação mantém o bom funcionamento do sistema nervoso. Este trabalho teve como objetivo compilar informações sobre o envolvimento das canalopatias no processo fisiopatológico das crises epilépticas. Foi realizada uma revisão de literatura, através de pesquisas bibliográficas utilizando os bancos de dados Medline/PubMed, Scielo, Scirus, Wiley Online Library e Science Direct. Para tal finalidade, os descritores utilizados foram: epilepsia, crises epilépticas, canais iônicos, canalopatias e epidemiologia, em idiomas português e inglês. As investigações genéticas fizeram com que algumas síndromes epilépticas fossem consideradas canalopatias e, por conseguinte, aumentaram o entendimento da fisiopatologia dos transtonos convulsivos. Dada à incapacidade de cura dos fármacos disponíveis atualmente, o grande desafio para as pesquisas científicas é a descoberta de um tratamento capaz de prevenir ou reverter a epilepsia.

Palavras-chave


Crise Epiléptica; Canais Iônicos; Canalopatias.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v47i4p370-376

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