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Perspectivas sobre as estruturas não governamentais e a ação comunitária no apoio ao luto sadio em Portugal e o “Modelo Vivencial do Luto Sadio”

José Eduardo Rebelo, Selma Lancman, Marina Picazzio Perez Batista

Resumo


As pessoas vivenciam lutos ao longo de suas vidas em decorrência de perdas pessoais profundas. A esmagadora maioria dos processos do luto são sadios, pois visam a superação da perda, por aceitação ou conformação, com a recuperação do homeodinamismo do corpo físico e mental. O luto pode ser trilhado com apoio formal, quando o enlutado sente a necessidade de partilhar a intensidade do seu pesar e os conflitos sentimentais emergentes e não encontra em sua rede de convívio a disponibilidade de uma escuta empática e sem censuras. O Conselheiro do Luto (CdL) é o especialista que presta apoio ao luto sadio em âmbito comunitário. Em Portugal tem sido dada atenção à problemática do luto, com a fundação de instituições não governamentais científicas, de vigilância social, de formação para o apoio e de ação comunitária. O Modelo Vivencial do Luto Sadio foi desenvolvido a partir da experiência do apoio ao luto comunitário português e é um instrumento indispensável para a atividade do CdL. Um breve histórico sobre o apoio formal ao luto em Portugal, as instituições que têm como objeto as temáticas do luto, o surgimento e atuação do CdL e o Modelo Vivencial é apresentado no artigo, apontando-se para a necessidade de ampliação da rede de serviços de apoio ao luto disponível no país, através da integração na rede de ação social estatal.


Palavras-chave


Morte; Luto; Estrutura dos serviços; Modelo Vivencial do Luto Sadio; Pesar; Atitude frente a morte; Grupos de autoajuda; Apoio social.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v28i1p1-8

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