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Infância e adolescência: uma clínica necessariamente ampliada

Maria Cristina Gonçalves Vicentin

Resumo


O presente artigo trata de esboçar algumas idéias-força que consideramos interessantes para a construção de uma clínica da infância e que são o resultado do nosso trânsito tanto como trabalhadora desse campo, quanto na universidade, na formação de psicólogos para essa atuação. Diferentemente do adulto, a entrada da criança e do adolescente no campo da saúde mental se deu mais tardiamente: será apenas no século XX que se constituirá autonomamente uma clínica da infância. Essa história particular e a especificidade da constituição subjetiva da criança irão configurar uma clínica transdiciplinar e em rede: uma clínica ampliada. Desse modo, a clínica moderna da criança está em condições de oferecer à psicopatologia um modelo de abordagem e de conceitualização bem destacado do paradigma médico que ainda continua a marcar a clínica do adulto.

Palavras-chave


Crianças portadoras de deficiencia^i1^sreabilita;Saúde mental;Cuidado da criança;Redes comunitárias;Formulação de políticas

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v17i1p10-17

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