A luz no Teatro da Vertigem: processo de criação e pedagogia

  • Guilherme Bonfanti Teatro da Vertigem
Palavras-chave: Iluminação cênica, Teatro da Vertigem, experimentação, equipamento não convencional

Resumo

O artigo propõe um olhar para a relação entre formação e processo
criativo a partir do contexto da iluminação cênica nos trabalhos do
Teatro da Vertigem. Ao longo da trajetória do grupo, diversas características
tornaram-se constantes nos seus desenhos de luz, sempre
vinculadas a um processo de experimentação e pesquisa. Ao analisar
os espetáculos referentes à chamada Trilogia Bíblica, é possível mapear
como as características muito peculiares de cada uma dessas
obras levaram à busca por proposições inusitadas e pouco convencionais
na iluminação teatral.

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Biografia do Autor

Guilherme Bonfanti, Teatro da Vertigem

Light designer e diretor técnico do Teatro da Vertigem, coordenador do curso de iluminação e um dos fundadores da SP Escola de Teatro, um dos primeiros cursos formais de iluminação cênica no Brasil.

Referências

ARAÚJO, A. A gênese da vertigem: o processo de criação de O paraíso perdido. São Paulo: Perspectiva, 2011.

BONFANTI, G.; NESTROVSKI, A. et al. Teatro da Vertigem: trilogia bíblica. São Paulo: PubliFolha, 2002.

BONFANTI, G. Relato de uma experiência: luz em processo. A(l)Berto, São Paulo, 2012, p. 110-121.

Publicado
2015-12-23
Como Citar
Bonfanti, G. (2015). A luz no Teatro da Vertigem: processo de criação e pedagogia. Sala Preta, 15(2), 10-21. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v15i2p10-21
Seção
EM PAUTA