Cor ou Ele escreveu um texto sobre a peça dos brancos

Palavras-chave: Negritude, Branquitude, Teatro negro, Teatro branco, Racismo

Resumo

Este ensaio propõe uma reflexão a respeito das implicações dos conceitos de negritude e branquitude na produção artística nacional, a partir da análise do espetáculo Branco: o cheiro do lírio e do formol. Pretende-se, ainda, desenvolver uma elaboração sobre a construção dramatúrgica e estética do espetáculo, bem como sobre os diálogos possíveis entre a obra e a situação política e social do Brasil atual.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Conrado Dess, Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Graduando em Artes Cênicas pela ECA-USP e diretor e dramaturgo do grupo Performatron.

Referências

SCHUCMAN, L. V. Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude, hierarquia e poder na cidade de São Paulo. São Paulo: Annablume, 2014.

LIMA, E. T. Teatro negro, existência por resistência: problemática de um teatro brasileiro. Repertório, Salvador, n. 17, p. 82-88, 2012.

WARE, V. O poder duradouro da branquidade: “um problema a solucionar”. In: WARE, V. (Org.). Branquidade: identidade branca e multiculturalismo. Tradução Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Garamond; Afro, 2014. p. 7-40.

Publicado
2017-12-26
Como Citar
Dess, C. (2017). Cor ou Ele escreveu um texto sobre a peça dos brancos. Sala Preta, 17(2), 397-406. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v17i2p397-406
Seção
DOSSIÊ BRANCO