A ausência da branquitude exila a negritude

  • Bernadeth Alves
Palavras-chave: Teatro, Teatro Negro, Identidade, Negritude

Resumo

O artigo procura refletir sobre a invisibilidade do negro na sociedade hegemônica branca, a partir da materialidade textual e cênica do espetáculo Branco: o cheiro do lírio e do formol.

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Biografia do Autor

Bernadeth Alves
Professora e diretora de teatro.

Referências

BONFITO, M. Entrevista com Erika Fischer-Lichte. Conceição/Conception, Campinas, v. 2, n. 1, p. 131-141, 2013. Disponível em: <https://goo.gl/mxcqnr>. Acesso em: 16 nov. 2017.

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DAL FARRA, A. Branco: o cheiro do lírio e do formol. São Paulo, 2017.

OSTROWER, F. A sensibilidade do intelecto. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

Publicado
2017-12-26
Como Citar
Alves, B. (2017). A ausência da branquitude exila a negritude. Sala Preta, 17(2), 387-396. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v17i2p387-396
Seção
DOSSIÊ BRANCO