http://www.revistas.usp.br/salapreta/issue/feed Sala Preta 2018-12-29T11:19:48-02:00 Elizabeth R. Azevedo / Sérgio de Carvalho salapreta@usp.br Open Journal Systems http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/153276 Editorial 2018-12-29T11:19:39-02:00 Sergio Carvalho vintem@uol.com.br Elizabeth Azevedo bethazevedo@usp.br 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150882 Entrevista com Ruggero Jacobbi (Roma, 13 de fevereiro de 1981) 2018-12-29T11:19:35-02:00 Maria de Lourdes Rabetti mlrabetti@gmail.com <p>Tradução de entrevista concedida pelo senhor Ruggero Jacobbi, diretor da Società Italiana Autori Drammatici (Siad) e ex-diretor da Accademia Nazionale d’Arte Drammatica Silvio D’Amico, que viveu no Brasil de dezembro de 1946 a 1960, trabalhando como diretor junto a diversas companhias brasileiras, o TBC entre elas, como professor na Escola de Arte Dramática, em São Paulo, e como crítico teatral junto a diversos jornais no Rio, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, onde criou um curso de teatro junto à Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150476 Os Comediantes e a Associação dos Artistas Brasileiros 2018-12-29T11:19:38-02:00 Henrique Brener Vertchenko henriquevertchenko@yahoo.com.br <p>O artigo discute a formação do grupo Os Comediantes na década de 1930, inserindo-o no seio das propostas e ações artísticas da Associação dos Artistas Brasileiros (AAB). Apresentam-se, assim, apontamentos para um período fundamental no que se refere ao delineamento de projetos e debates artísticos e intelectuais que trariam reverberações na “gestação” do grupo teatral conhecido como fundador do teatro brasileiro moderno. Buscando os fragmentos da Associação, um ambiente cultural dinâmico, propiciador de circulações de ideias, consagrações e sociabilidades, objetiva-se o delineamento de processos sociais, imaginações artísticas e práticas que permitam entrever projetos e mecanismos de trabalho. Desse modo, pensar as conformações teóricas, sociais, políticas e espaciais em torno das quais se articulava a AAB, permite caracterizá-la como recorte exemplar de um campo cultural.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150460 O contributo de Luís de Lima para a cena brasileira moderna 2018-12-29T11:19:39-02:00 Márcia Regina Rodrigues marregna@gmail.com <p>O presente trabalho tem como objetivo evidenciar o contributo de Luís de Lima (1925-2002) para o desenvolvimento do teatro moderno no Brasil, nomeadamente o seu papel de primeiro tradutor e encenador das peças de Eugène Ionesco, considerando os dados acerca das condições e meios pelos quais se deram as suas traduções para as encenações e no âmbito teórico a abordagem da tradução teatral ao nível da encenação proposta por Patrice Pavis (2008).</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Teatro moderno, Tradução teatral, Luís de Lima.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150775 Expulsos, como os atores italianos do Palais de Bourgogne 2018-12-29T11:19:42-02:00 Alessandra Vannucci alevannucci@gmail.com Bruno Moraes Regenthal cenaemeu@hotmail.com <p>A trajetória do Teatro Novo, reconstruída a partir de fontes inéditas do Arquivo Gianni Ratto (SP), implanta no Rio de Janeiro em pleno 1968 um projeto de “teatro estável” que resiste ao autoritarismo do regime sendo por ele esmagado, após oito meses de intensa atividade. Analisamos as ideias que estruturavam o projeto e seus encaminhamentos, com os quais Ratto pretendia consolidar a autossuficiência do empreendimento por meio da produção em equipe, de um espaço polivalente para um repertório eclético que incluía dança e música além do teatro dramático e de um centro de formação permanente, seja da classe artística e seja do público. As discrepâncias ente projeto e práticas são sintomas da possível relevância que o Teatro Novo significou no panorama contra cultural (inclusive motivando a seu triste fim) embora seu diferencial e legados tenham sido omitidos até agora nas histórias do teatro e da cultura no Brasil.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150454 Zumbi e Tiradentes, Calabar 2018-12-29T11:19:46-02:00 Nina Nussenzweig Hotimsky nhnina@gmail.com <p>A peça&nbsp;<em>Calabar&nbsp;</em>foi<em>&nbsp;</em>escrita por Chico Buarque e Ruy Guerra em 1973, dirigida por Fernando Peixoto no mesmo ano e censurada às vésperas da estreia.&nbsp;&nbsp;Este artigo&nbsp;analisa&nbsp;aspectos dramatúrgicos e de encenação&nbsp;em&nbsp;<em>Calabar&nbsp;</em>que o ligam diretamente à experiência dos musicais realizados pelo Teatro de Arena após o Golpe Militar de 1964, através do Sistema Coringa sistematizado por Augusto Boal. Investigaremos&nbsp;de que maneira&nbsp;<em>Calabar&nbsp;</em>dá a ver as transformações operadas no teatro musical político brasileiro realizado na década de 1970.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150255 A Grande Estiagem por João das Neves 2018-12-29T11:19:47-02:00 Roberta Carbone robertacarbone@yahoo.com.br <p>Pretende-se a análise de certos expedientes épico-dialéticos utilizados por João das Neves na encenação de <em>A grande estiagem</em>, de Isaac Gondim Filho, por meio do exame de depoimentos do encenador e de uma crítica de Barbara Heliodora ao espetáculo, a fim de verificar a constituição do teatro político brasileiro no pré-64 e as forças historicamente a ele contrárias.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/151251 O teatro alternativo e a revolução do Asdrubal 2018-12-29T11:19:48-02:00 Johana Albuquerque Cavalcanti johanalbuquerque@uol.com.br <p><strong>Na conquista</strong> do <strong>direito de confrontar-se com o estabelecido</strong><strong>, o teatro alternativo (última vertente do teatro experimental no Eixo Rio/São Paulo) inaugura muitos dos princípios, técnicas e procedimentos cênicos que abrirão espaço para </strong><em>a liberdade definitiva da possibilidade de experimentar<strong>,</strong></em><strong> que marca o teatro de grupo na década de 1970</strong><strong>. Para uma melhor visualização dessas questões analiso <em>Trate-me Leão</em>, primeira criação coletiva do grupo carioca Asdrúbal Trouxe o Trombone</strong></p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150449 Dramaturgias de Assalto 2018-12-29T11:19:43-02:00 Esther Marinho Santana esther.mrst@gmail.com <p><em>The Zoo Story, </em>de Edward Albee, estreou na Off-Broadway nova-iorquina em 1960. Em 1961, foi encenada pela primeira vez no Brasil, onde recebeu, ao longo daquela década, diversas outras montagens e considerável divulgação pela crítica teatral. Sua estrutura característica, na qual apenas duas personagens, antagônicas, envolvem-se em tensas e violentas interações, representantes do próprio funcionamento metateatral da peça que as engloba, é análoga à das obras de jovens dramaturgos estreantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, em 1969, comumente denominados de Nova Dramaturgia Brasileira. São apresentadas, aqui, a trajetória do título albeeano nos palcos nacionais sessentistas, e as semelhanças entre a sua dinâmica dramatúrgica e as de <em>Fala baixo, senão eu grito, </em>de Leilah Assumpção, e <em>O assalto, </em>de José Vicente.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150491 Cena teatral contemporânea 2018-12-29T11:19:44-02:00 Carmem Gadelha cafezeiro@uol.com.br <p>Abordagem ético-política da tragicidade na cena teatral contemporânea. Trata-se de observar<br>a eclosão de figurações do corpo ferido daqueles que se encontram em condições de cidadania precária. A<br>atenção se volta para a polifonia dessas expressões minoritárias em aspectos de lirismo coral – um<br>trânsito por processos de subjetivação. Põem-se em questão os espaços da cidade e do palco, verificando<br>neles articulações entre as tramas de construção do moderno em suas diferenças com a cena atual. As<br>trajetórias se fazem no transitar entre a personagem individual e as múltiplas vozes da multidão.<br>Verificam-se encontros do arcaico com a sociedade superinformada. O artigo traz, na segunda parte e a<br>título de exemplo, apontamentos breves sobre espetáculos recentemente produzidos.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150456 Dos textos de A. Tcheckov a uma nova escrita cênica 2018-12-29T11:19:45-02:00 Viviane Costa Dias viviane.vi.dias@gmail.com <p>O artigo reflete sobre a tradição do teatro lúdico russo, uma abordagem pedagógica e da cena que pode ser considerada um desdobramento do Sistema de Stanislavski e alimento para &nbsp;teatralidades contemporâneas.&nbsp;Ele se desenvolve pela análise de minhas experiências diretas com a abordagem lúdica por meio de contato com diretores-pedagogos como Jurij Alschitz e Anatoly Vassiliev e pesquisa bibliográfica. Apresento algumas ideias geradoras desta cena, sua perspectiva em relação à formação do ator e também busco lançar paralelos entre suas propostas e potenciais implícitos nos textos de Anton Tcheckov, prioritariamente a partir de reflexão sobre a maneira como o autor escreve.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/152054 Odisseia que patina maneirista em belo achado 2018-12-29T11:19:36-02:00 Luiz Fernando Ramos lfr@usp.br <p>Resenha crítica sobre o espetáculo de Cristina Jatahy, que estreou em Paris no Teatro Odeon e foi apresentado em Portugal. O espetáculo foi produzido no Brasil, em São Paulo, no Teatro do SESC Consolação. Apesar da sofisticação cenotécnica e da combatividade feminista, além da reverberação da questão migratória na Europa, o espetáculo faz opções dramatúrgicas que ao mesmo tempo o singularizam e o prejudicam.&nbsp;</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/150181 Quando Quebra Queima 2018-12-29T11:19:41-02:00 Ines Bushatsky inescambio@gmail.com <p>No presente artigo lançamos algumas hipóteses para analisar, em uma obra teatral, a potencialidade de um acontecimento político, que quando vem à tona, pode vir a transformar os sujeitos que nele estão implicados. Nossa intenção é a de propor um campo de ideias a partir da leitura teórica da peça teatral <em>Quando Quebra Queima</em> realizada pela Coletiva Ocupação à luz da noção de sujeitos e seus corpos políticos e do conceito de teatro da multidão de José Sanchéz.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/151649 Antônio Abujamra, influências e algumas realizações 2018-12-29T11:19:37-02:00 Marcia Prado Abujamra marciaabujamra@gmail.com <p>O artigo apresenta o início de carreira do diretor e ator Antônio Abujamra, desde a sua estada na Europa no final dos anos 50 onde estagia com Jean Villar, Roger Planchon e no Berliner Ensemble, identificando os trabalhos realizados e algumas manifestações da influência de B.Brecht em seu trabalho.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/152770 Homenagem a Jacó Guinsburg 2018-12-29T11:19:40-02:00 Maria Lúcia de Souza Barros Pupo malupu@uol.com.br <p>Homenagem prestada ao Prof. Jacó Guisnburg, recentemente falecido.</p> 2018-12-28T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement##