Sala Preta http://www.revistas.usp.br/salapreta pt-BR <p>O autor se compromete a sempre que publicar material referente ao artigo públicado na revista Sala Preta mencionar a referida publicação da seguinte forma:</p><p>"Este artigo foi públicado originalmente pela revista Sala Preta em seu volume (cololocar o volume), número (colocar o número) no ano de (colocar o ano) e pode ser acessado em: <a href="/salapreta">http://revistas.usp.br/salapreta</a> "</p> salapreta@usp.br (Elizabeth R. Azevedo) salapreta@usp.br (Sérgio de Carvalho) Sáb, 30 Jun 2018 13:15:53 -0300 OJS 3.1.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/147185 Luiz Fernando Ramos, Sílvia Fernandes ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/147185 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:46 -0300 Teatro expandido em contexto brasileiro http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/146758 <p>O texto trata da retomada do ativismo nas instâncias da arte contextual (Paul Ardenne) e relacional (Nicolas Bourriaud), que se reflete na aproximação das artes cênicas com a política. Claire Bishop considera a tendência um “giro social” da arte, que localiza no final do século XX e detecta na postura social, característica dos criadores, e na rejeição à estética e à formalização, substituídas por intervenções decididamente ligadas ao trabalho em comunidades e à atuação em frentes próximas ao trabalho social. Na tentativa de reabilitar a ideia de estética em conexão com a política, Bishop recorre ao filósofo Jacques Rancière e a suas concepções de “partilha do sensível” e “regime estético da arte”. A partir desses pressupostos, analisa-se o trabalho da artista Lia Rodrigues e sua relação com a comunidade da Maré.</p> Sílvia Fernandes ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/146758 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:46 -0300 O lugar da peça O homem e o cavalo no pensamento antropofágico de Oswald de Andrade http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/121237 <p class="Pa1">O artigo procura situar a peça <em>O homem e o cavalo</em>, de Oswald de Andrade, escrita em 1933, no percurso das transformações do pensamento antropofágico oswaldiano, revisitando o debate sobre estética e política no âmbito do modernismo brasileiro e da produção de Oswald de Andrade nos anos 1930 e nas teses dos anos 1950. O texto analisa a tensa relação entre antropofagia, matriarcado e marxismo, numa abordagem, na peça, que aponta para a construção de uma nova sociedade, sem divisão de classes e dogmas religiosos, sob os preceitos da igualdade, da técnica e da socialização da produção.</p> Nanci de Freitas ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/121237 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:46 -0300 A pulsão performativa de Jaceguai: 50 anos de Roda Viva, 50 anos do “teatro agressivo” http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138377 <p>Assim como a encenação de <em>O Rei da Vela</em>, de Oswald de Andrade, pelo Teatro Oficina em 1967 representa um marco para o moderno teatro brasileiro, <em>Roda Viva</em>, escrita por Chico Buarque de Hollanda e encenada por José Celso Martinez Corrêa em 1968, constitui um capítulo fundamental para o estudo da performatividade brasileira nos palcos. Este artigo celebra os 50 anos de uma <strong>pulsão performativa</strong> de Jaceguai, apontando, com base em documentos jornalísticos da época, que aquilo que parte da crítica teatral chamou de “teatro agressivo” – em particular, o crítico Anatol Rosenfeld – era, no Brasil, um canto de nascimento de um novo campo disposto à análise: o da performance.</p> Biagio Pecorelli ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138377 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:47 -0300 Magnetismo da revolução no exílio português de José Celso Martinez Corrêa (1974-1976) http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138384 <p>O artigo debate o período de exílio que José Celso Martinez Corrêa e o Teatro Oficina viveram em Portugal durante a Revolução dos Cravos entre 1974 e 1976. A partir da reconstituição de um momento pouco documentado na trajetória do grupo, apresenta-se a hipótese de que o Oficina muda significativamente seus pressupostos estéticos e políticos quando em contato com o campo popular mais radical da revolução.</p> Paulo Bio Toledo ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138384 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:47 -0300 O teatro sob a tempestade: uma leitura crítica de A tempestade, de Augusto Boal http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/120403 <p>Escrita no período de maior isolamento profissional de Augusto Boal, <em>A tempestade</em>, a um só tempo, traz um balanço histórico das reiteradas derrotas políticas e artísticas da esquerda latino-americana, bem como uma resposta à paralisia largamente propagada pelos regimes ditatoriais a partir da década de 1960. A leitura que se pretende apresentar possui como principal ponto de partida a relação dialética que a obra estabelece com seu momento histórico e com o trabalho teatral produzido por Boal até então.</p> Patricia Freitas dos Santos ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/120403 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:47 -0300 Boal, leitor de Brecht: uma questão de método http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/128017 <p>Este artigo aborda o ensaio Hegel e Brecht: personagem-sujeito ou sujeito-personagem?, principal escrito de Augusto Boal acerca da poética de Bertolt Brecht. O objetivo é ressaltar que os limites da interpretação de Boal encontram-se na ausência de discussão acerca do papel do método da dialética materialista no trabalho de Brecht. Com isso, o raio de alcance da leitura de Boal não ultrapassaria o campo formal da crítica literária.</p> Anderson Zanetti ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/128017 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:48 -0300 O Grande sertão nas ruínas da sala de aula: formação histórica periférica e experiência social subjetiva – um diário de trabalho http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/120298 <p><span>Este artigo tem como objeto o processo de criação do espetáculo teatral <em>Grande sertão Grajaú: veredas e ruínas</em>. Investiga as tensas relações entre forma teatral, abordada em suas diversas e contraditórias dramaturgias, e subjetividade. Esse processo de criação tomou como pressuposto a ideia de “formação”, inspirada na obra de Antonio Candido, <em>Formação da literatura brasileira, </em>que define, no campo das letras nacionais, a ambivalência característica do nosso processo de constituição cultural, marcado pelo empréstimo de formas artísticas importadas em desajuste com a realidade histórica local. Procuraremos identificar diversas manifestações de uma certa “dialética trágica” que, não obstante sua diversidade, poderia caracterizar esse processo de formação como capaz de gerar experiências sociais subjetivas tão dilaceradas quanto o seu tecido social correspondente.</span></p> Ivan Delmanto ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/120298 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:48 -0300 Falando sobre experiência estética para pensar o lugar da mediação http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/107491 <p>Pretende-se, neste artigo, desfiar um entendimento para o que se chama experiência estética na arte a partir de semelhanças encontradas entre a personagem G.H., de Clarice Lispector, e os escritos de Georges Didi-Huberman sobre a relação entre olhante-olhado; bem como explicitar a posição do sujeito na experiência. Por fim, esse lugar encontrado para o sujeito da experiência será também o lugar da mediação.</p> Arlene von Sohsten ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/107491 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:49 -0300 Corpo-temporalidade: a intuição como conhecimento no ensino de teatro http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/140201 <p>Nossa pesquisa versa sobre as relações entre ensino de teatro, naturezas de conhecimento e duração interior – corpo-temporalidade. Objetivamos de modo mais amplo responder à questão: Como o método da intuição bergsoniana pode nos ajudar a pensar as naturezas de conhecimento no fazer teatral, a partir da reflexão sobre as funções para a inserção do ensino de teatro na educação básica brasileira institucionalizada? Metodologicamente, apresentamos neste texto proposições de natureza teórico-conceitual por meio de revisão crítica da literatura. Em suma, com o método da intuição bergsoniana propomos um deslocamento do foco no ensino de teatro de: 1. apresentação da linguagem teatral para o aluno (contextualização); 2. desenvolvimento do gosto pela linguagem por meio da prática (feitura); 3. formação de espectadores para a linguagem (recepção), – para a experiência da alteridade de si para si mesmo.</p> Juliano Casimiro de Camargo Sampaio ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/140201 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:49 -0300 A emergência dos artivismos das dissidências sexuais e de gêneros no Brasil da atualidade http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/125684 <p>Este texto aponta as condições de emergência, nos últimos dez anos, de dezenas de artistas ativistas das dissidências sexuais e de gêneros no Brasil. O trabalho também destaca como essas produções estão sintonizadas com as novas políticas sexuais e de gênero que se afastam de paradigmas rigidamente identitários, normalmente mais utilizados pelos movimentos LGBT.</p> Leandro Colling ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/125684 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:49 -0300 Revisitando a dramaturgia de Qorpo Santo em seu contexto original http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138390 <span>Este artigo visa apresentar algumas informações sobre o contexto cultural no qual se desenvolveu o escritor José Joaquim de Campos Leão Qorpo Santo (1829-1883), traçando uma correspondência entre a cena teatral gaúcha e sua dramaturgia. Os periódicos gaúchos oitocentistas são uma importante ferramenta para compreender quais espetáculos foram encenados em Porto Alegre e que juízos estéticos eram defendidos pelos letrados da época. Ao compreender o movimento teatral do contexto de Qorpo Santo, por meio de anúncios de espetáculos, críticas e crônicas, pode-se estabelecer uma nova leitura sobre a dramaturgia do escritor e assim analisar seu teatro alinhado ao seu ambiente histórico.</span> Maria Clara Gonçalves ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138390 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:50 -0300 Joaquim Manuel de Macedo, historiador e dramaturgo http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/137602 <p><span>Este artigo discute o trânsito da produção historiográfica e dramatúrgica de Joaquim Manuel de Macedo em sua lida com questões caras ao debate entre teatro e história. Nessa direção, analisa-se o livro didático <em>Lições de história do Brasil </em>e a peça teatral <em>Cobé</em>. A partir de uma leitura das obras se esclarece o quanto o pensamento do escritor se deixa permear pela formatação textual de cada veículo, abrindo-se em interpretações distintas. Para a análise das obras, agenciam-se leituras de textos teóricos e historiográficos com o intuito de elucidar a relação entre escrita histórica e ficcional na obra do autor. No caso estudado, verifica-se como o período colonial e o tema indianista ganham cores distintas e pragmática específica em cada obra.</span></p> João Cícero Teixeira Bezerra ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/137602 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:50 -0300 Teatro de revista: um estudo documental sobre um teatro ignorado http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138353 <p><span>Este artigo faz análise documental de uma das propostas da política cultural do Estado Novo para o teatro. O objetivo é perceber de que maneira o teatro de revista é mencionado nessas fontes. Propõe-se, assim, um estudo sobre teatro de revista alternativo à costumeira análise de textos e imagens revisteiras; não um estudo dos elementos da revista, mas de seu lugar num plano mais amplo: nas discussões institucionais acerca do teatro brasileiro.</span></p> Lívia Sudare ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138353 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:50 -0300 Tchékhov e o teatro brasileiro http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138378 <p><span>A recepção das peças Anton Tchékhov no Brasil é atravessada pelos principais impasses e debates que marcaram nossa história teatral dos últimos 80 anos. Ainda que reconhecido como peça chave do drama moderno, sua dramaturgia passou por uma tardia e irregular recepção nos palcos brasileiros. Neste artigo, comentarei panoramicamente essa trajetória e ao final apresentarei uma lista de suas encenações, em um esforço historiográfico e interpretativo que vai das primeiras montagens de suas peças nos anos 1940 até as encenações desconstrucionistas no início do século XXI. A partir da seleção de espetáculos e textos críticos emblemáticos, será possível ver como uma espécie de “tchekhovismo”, herança direta da leitura stanislavskiana, reboou entre diretores e críticos e foi paulatinamente problematizado a partir dos anos 1960.</span></p> Rodrigo Alves do Nascimento ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/138378 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:51 -0300 O quadro de Leyden – Uma reflexão sobre a ideia de encenação em Artaud http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/133757 <p>Este artigo propõe uma reflexão acerca das ideias sobre encenação e sua relação com o texto dramático na obra de Antonin Artaud, a partir de seu olhar sobre o quadro <em>As filhas de Loth</em> de Lucas van den Leyden. Tendo como referencial as atuais discussões a respeito da teatralidade e dos postulados pós-dramáticos, o artigo também propõe um apontamento sobre o quanto o teatro contemporâneo é tributário do legado artaudiano.</p> René Marcelo Piazentin Amado ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/133757 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:51 -0300 Corpo-imagem: o jogo do ator na cena intermedial http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/140438 <p><span>Este artigo analisa o jogo do ator na cena intermedial e a problemática da sensibilidade da imagem. Com o advento das tecnologias digitais, o teatro contemporâneo investe nos relatos autobiográficos e na interface entre o ator e as imagens, criadas e/ou pré-registradas e projetadas na cena.</span></p> Gabriela Lírio Gurgel Monteiro ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/140438 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:51 -0300 Ator, dobrador de tempo http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/119405 <p>Este artigo elabora uma reflexão sobre o conceito de tempo na arte do ator, estendendo-o ao dançarino e ao performer, em analogia com o conceito de “dobra”, presente na série de desenhos animados <em>Avatar: a lenda de Aang</em>. Também analisa a noção de tempo expandido existente nas linguagens da cena, tanto do ponto de vista da elaboração do gesto quanto da construção de roteiro dramatúrgico. Coloca a noção de tempo cênico em diálogo com a noção de subjetivação.</p> Mariana Baruco Machado Andraus ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/119405 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:51 -0300 Dramaturgias intempestivas: anotações sobre dispositivos poéticos – Um artigo escrito a quatro olhos http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/144692 <p class="CorpoA"><span>Neste artigo buscamos explorar a noção de dispositivo dramatúrgico enfocando três possibilidades. A primeira a partir da leitura de obras cênicas já existentes. Compõe a segunda o conceito de dispositivo como base da dramaturgia, e suas implicações inclusive na relação dramaturgia/encenação, elegendo o trabalho de Samuel Beckett como ponto de reflexão. A terceira abarca as possibilidades de dispositivos dramatúrgicos enquanto procedimentos de criação, não mais atrelados a uma obra pronta. Essas perspectivas não encerram de forma alguma as possibilidades do olhar sobre o conceito de dispositivo dramatúrgico, mas operam como as histórias de Clarice Lispector – quantos olhares não cabem sobre um mesmo objeto? Quantas histórias?</span></p> Felisberto Sabino da Costa, Vicente Antunes Ramos ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/144692 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:52 -0300 A Revolução Francesa em cena: o íntimo e o político em Ça Ira (1) Fin de Louis http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/140011 <p><span>Este ensaio apresenta um estudo do espetáculo <em>Ça Ira (1) Fin de Louis</em>, escrito e dirigido por Joël Pommerat. Inicialmente, busca-se estabelecer um diálogo entre <em>Ça Ira </em>e a histórica montagem de <em>1789</em>, com direção de Ariane Mnouchkine. Em seguida, o espetáculo é examinado por meio de procedimentos recorrentes no trabalho de Pommerat, como, por exemplo, a neutralização do seu ponto de vista que expõe na peça situações, ideias e personagens sob diversas perspectivas. Por fim, este estudo baseia-se teoricamente no que Jean-Pierre Sarrazac chama de “teatros do íntimo” para observar a articulação entre o íntimo e o político em <em>Ça Ira (1) Fin de Louis.</em></span></p> Igor de Almeida Silva ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/140011 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:52 -0300 Corpos sublimes: o teatro-festa de Pippo Delbono Il vangelo della teatralità http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/137389 <p class="Padro"><span>Pippo Delbono, em suas narrativas de viagem, nos revela um estado de real e profunda experiência com o mundo que o toca. Seus olhos realmente se viram para o mundo, mas não para conformar esse mundo, visto e olhado, em informação – não são absolutamente narrativas de informação. Sua narrativa nos transporta para seu mundo íntimo, sem pudores. A vida que Pippo parece buscar é aquela do silêncio, do tempo dilatado, da espera, da escuridão, para depois converter todo esse silêncio em gritos: gritos mudos, gritos libertários, gritos de dor, gritos de alegria, gritos desumanos, para enfim encontrar o que há de mais sublime.</span></p> Martha Ribeiro ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/137389 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:52 -0300 O vídeo no trabalho de Marina Abramovic e a tentativa de escapar dos meios de comunicação: presença versus prática ascética http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/137493 <p><span>Este artigo trata de analisar a qualidade de presença em cena da artista-performer Marina Abramovic por meio de sua preparação corporal baseada no que ela chama de “práticas ascéticas”. A qualidade de presença e os conceitos que compõem essas práticas são revisadas na utilização do vídeo em seus trabalhos. Vídeo, performance ou <em>videoperformance</em>? Ao mesmo tempo que as práticas ascéticas determinam um modo de vida que escapa dos meios de comunicação atuais, o vídeo retém essas propriedades retornando às práticas de midiatização das estéticas artísticas. Dentre nossos principais objetivos estão a análise dos trabalhos de Marina, filmados e disponíveis na internet, e a análise da retrospectiva sobre a artista, realizada pelo MoMA, em 2010. Metodologicamente, utilizamos o acesso às plataformas digitais e revistas. Partimos de conceitos básicos, de suas contextualizações e complexidades, relacionando-os com suas obras de referência.</span></p> Sheyna Teixeira Queiroz ##submission.copyrightStatement## http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/137493 Sáb, 30 Jun 2018 13:15:53 -0300