TRÁFICO ATLÂNTICO, ESCRAVIDÃO E RESISTÊNCIA NO BRASIL

  • Maria Jorge dos Santos Leite Universidade de Pernambuco
Palavras-chave: Tráfico, escravidão, resistência, movimentos, racismo, preconceitos.

Resumo

Entre os séculos XVI e XIX, milhares de homens e mulheres negros perderam sua condição humana ao serem capturados e transformados em mercadoria negociável,  através de uma   atividade comercial denominada tráfico atlântico, que envolveu sujeitos de três continentes: Europa, África e América, culminando na escravidão negra, da qual o Brasil participou intensamente.  Este trabalho  tem como objetivo revisitar a história da escravidão no Brasil, através da análise  das formas de resistência apresentadas pelos escravizados,  desde sua retirada  da África,  até a formação de quilombos.  Reflete, ainda, as contradições entre os ideais liberais que deram sustentação às lutas por liberdade política e econômica no Brasil e a manutenção da escravidão após a Independência de 1822; bem como,  as lutas encabeçadas  pelos  ex-escravos   a partir Abolição, em 1888,  na defesa do direito  à cidadania e contra o racismo.  A metodologia de pesquisa foi pesquisa bibliográfica – revisão de literatura- através da análise  da  contribuição de vários autores  para a história da escravidão  e resistência no Brasil,  do movimento negro pós-abolição e da questão racial.

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Biografia do Autor

Maria Jorge dos Santos Leite, Universidade de Pernambuco
Doutora  em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará/UFC. Professora-adjunta da Universidade de Pernambuco/UPE
Publicado
2017-08-18
Como Citar
Leite, M. (2017). TRÁFICO ATLÂNTICO, ESCRAVIDÃO E RESISTÊNCIA NO BRASIL. Sankofa (São Paulo), 10(19), 64-82. https://doi.org/10.11606/issn.1983-6023.sank.2017.137196
Seção
Artigos