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Intervenção precoce da fisioterapia no péctus excavatum: dois casos clinicos em pediatria

Camila Isabel Santos Schivinski, Janially Richiardi, Juliana Thais da Silva Reis, Milena Antonelli, Maria Ângela Gonçalves de Oliveira Ribeiro

Resumo


O objetivo deste trabalho é descrever os efeitos da intervenção fisioterapêutica precoce em duas crianças com péctus excavatum (PEX), segundo a análise de parâmetros posturais e aspectos de radiografia torácica. Realizou-se um estudo de caso com duas crianças com PEX, ambas acompanhadas regularmente pela equipe de fisioterapia de um hospital universitário, sendo um dos casos do gênero feminino, com um ano e oito meses e PEX do tipo amplo na deformidade simétrica, e o segundo do gênero masculino, com PEX do tipo amplo na deformidade simétrica aguda, com dez meses de idade. O protocolo de tratamento constituiu-se de alongamentos dos músculos peitoral e serrátil, fortalecimento do músculo abdominal, manobras de pressão negativa e seguimento com orientações domiciliares. Por radiografia torácica, observou-se melhora na depressão do esterno e no padrão postural dos lactentes, sem progressão do PEX nos dois casos. Concluímos que a intervenção precoce da fisioterapia nesses dois casos pareceu retardar a evolução do PEX, minimizando as deformidades. No entanto, os efeitos dessa terapêutica precisam ser investigados com melhor qualidade metodológica, com amostras maiores e mais métodos precisos de avaliação, viabilizando evidências mais substanciais no acompanhamento fisioterapêutico do PEX infantil.

Palavras-chave


Pediatria;Alteração Torácica;Fisioterapia;Péctus Excavatum

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DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902011000100025

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