Da ópera para o cinema, do cinema para a ópera: a arte do ator-cantor

  • Luíza Beatriz Alvim Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Diana Maron City University of New York
Palavras-chave: Atuação, Cinema silencioso, Ópera, Teatro

Resumo

Neste artigo, consideramos o aspecto da atuação no cinema silencioso de estrelas da ópera com o objetivo de trazer questionamentos sobre uma possível influência das experiências desses artistas em sua atuação operística no sentido de um maior naturalismo. Colocando a atuação nos palcos dentro de uma esfera mais ampla, estudamos o “pictorialismo” (as poses), comum no teatro não musicado do final do século XIX e adotado também na ópera. Para nossas reflexões, usamos um caso com boa documentação de exibição cinematográfica, o da estrela do Metropolitan Opera House, a soprano Geraldine Farrar, como Carmen, no filme homônimo de 1915 de Cecil B. DeMille.

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Biografia do Autor

Luíza Beatriz Alvim, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ.

Diana Maron, City University of New York

Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutoranda na City University of New York (CUNY).

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Publicado
2020-07-08
Como Citar
Alvim, L. B., & Maron, D. (2020). Da ópera para o cinema, do cinema para a ópera: a arte do ator-cantor. Significação: Revista De Cultura Audiovisual, 47(54), 83-101. https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2020.164518