Os visual studies e uma proposta de análise para a as (tele)visualidades

  • Simone Maria Rocha Universidade Federal de Minas Gerais
Palavras-chave: análise televisual, televisualidade, visual studies

Resumo

Este artigo apresenta uma proposta de análise de produtos televisuais que opera na não disjunção das dimensões formais e culturais deste meio. Tal empreendimento implica levar em conta a complexidade da televisão, seu reconhecido valor cultural e a especificidade de seus produtos. Para tanto, tomamos como noção teórico-metodológica central o conceito de visualidade tal como apresentado pela perspectiva dos visual studies.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Simone Maria Rocha, Universidade Federal de Minas Gerais
 Professora Associada do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais onde realizou seu estágio pós-doutoral (2005). Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003), mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1999) e graduada em Sociologia por esta mesma instituição (1997). Graduada em Relações Públicas pela Pontifícia Universidade Católicas de Minas Gerais (1994). É bolsista do Programa Pesquisador Mineiro (Fapemig - PPMVII) e líder do Grupo de Pesquisa Comunicação e Cultura em Televisualidades (COMCULT) do PPGCOM/UFMG.

Referências

ABRIL, G. “Tres dimensiones del texto y de la cultura visual”. IC Revista Científica de Información y Comunicación. Sevilla: n.9, 2012.

BARNARD, M. Approaches to understanding visual culture. New York: Palgrave, 2001.

BORDWELL, D. Figuras traçadas na luz. Campinas: Papirus, 2008.

BREA, J. L. Estudios Visuales: La epistemologia de la visualidad en la era de la globalización. Madrid: Akal Estudios Visuales, 2005.

BUTLER, J. Television Style. New York: Routledge, 2010.

CARVALHO, J. M. “Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: Uma Discussão Conceitual”. Dados: Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 40 (2), 1997. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0011-52581997000200003. Acesso em 17/03/2015.

CRUCES, F. “Matrices culturales: pluralidad, emoción y reconocimient”. Revista Anthropos. Huellas del conocimiento, Barcelona, n. 219, 2008.

FRANÇA, V. “Televisão porosa: traços e tendências”, In. FREIRE FILHO, J. (Org). A TV em transição. Porto Alegre: Sulina, 2009, p. 27-52.

GARCIA Jr., A. R. Terra de trabalho: trabalho familiar de pequenos produtores. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

GUASCH, A. M. “Los estudios visuales, un estado de la cuestión”. Estudios Visuales, n. 1, nov, 2003.

HERLINGHAUS, H; WALTER, M. “¿‘Modernidad periférica’ versus ‘proyecto de la modernidade’? Experiencias espistemológicas para reformulación de lo ‘pos’ moderno desde América Latina”, In. HERLINGHAUS, H; WALTER, M. (eds.). Posmodernidad en la periferia: enfoques latino-americanos de la nueva teoría cultural. Berlim: Langer, 1994.

KNAUSS, P. “O desafio de fazer História com imagens: arte e cultura visual”. ArtCultura, Uberlândia, v.8, n.12, jan-jul. 2006.

LEAL, V. N. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

MARTÍN-BARBERO, J. “De la experiência ao relato: Cartografías culturales y comunicativas de Latinoamérica”. Revista Anthropos: Huellas del conocimiento, Barcelona, n. 219, 2008.

_____. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: EDUFRJ, 2001.

_____; MUÑOZ, S. Televisión y Melodrama. Bogotá: Tercer Mundo Editores, 1992.

MITCHELL, W. J. T. What the pictures want? London: The University of Chicago, 2005.

_____. Picture Theory. London:The University of Chicago Press, 1994.

ROCHA, S. M. “Pensar a ‘cultura das drogas’: para pensar a sociedade e o papel da televisão”. In. Lutas, experiências e debates na América Latina: Anais das IV Jornadas Internacionais de Problemas Latino-Americanos. Alan Baichman ... [et al.]; 1a ed. edición bilíngue. Longchamps: Imago Mundi; Foz do Iguaçu: Universidade Federal da Integração Latino-Americana, 2015. Libro Digital, EPUB.

SIMÕES, J. A. “Prefácio”, In. LABATE, B. C. ... [et al.] (orgs.). Drogas e cultura: novas perspectivas. Salvador: EDUFBA, 2008, p. 13-21.

THOMPSON, K. Storytelling in Film and Television. Cambridge/Londres: Harvard University Press, 2003.

Referências audiovisuais

RENASCER. Escrita por Benedito Ruy Barbosa. Direção: Luiz Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 20h, 8 de março de 1993 a 14 de novembro de 1993. 216 capítulos.

DUAS CARAS. Escrita por Aguinaldo Silva. Direção: Wolf Maia. Rio de Janeiro, 20h, 1 de outubro de 2007 a 31 de maio de 2008. 210 capítulos.

Publicado
2016-12-21
Como Citar
Rocha, S. (2016). Os visual studies e uma proposta de análise para a as (tele)visualidades. Significação: Revista De Cultura Audiovisual, 43(46), 179-200. https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2016.99767
Seção
Artigos