Amós e a "memória que tudo dita" nas "Elegias do país das Gerais", de Dantas Motta

  • Vagner Camilo Universidade de São Paulo
Palavras-chave: Dantas Motta, poesia brasileira moderna, elegia, memorialismo, jargão jurídico

Resumo

Este artigo tem por escopo examinar as peculiaridades do memorialismo poético de Dantas Motta no segundo livro de sua obra maior (Elegias do país das Gerais)Tais peculiaridades compreendem a visada crítica lançada ao passado; a figuração do eu como poeta-jurista e poeta-profeta; e o discurso elegíaco concebido a partir da fusão da linguagem poética e do jargão jurídico.

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Biografia do Autor

Vagner Camilo, Universidade de São Paulo

Professor Associado de Literatura Brasileira da USP e autor de Drummond: da Rosa do povo à rosa das trevas (Ateliê Editorial/ANPOLL, 2000) e Risos entre pares: poesia e humor românticos (Edusp/Imprensa Oficial, 1997). Organizou a edição de Jorge de Lima, Poemas negros (CosacNaify) e Carlos Drummond de Andrade, Farewell (Companhia das Letras).

 

Publicado
2018-12-13
Como Citar
Camilo, V. (2018). Amós e a "memória que tudo dita" nas "Elegias do país das Gerais", de Dantas Motta. Teresa, 1(19), 13-41. https://doi.org/10.11606/issn.2447-8997.teresa.2018.148476
Seção
Artigos