Acadêmicos e intelectuais da educação na reconstrução da democracia na Argentina: debates em torno a um programa científico moderno

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2016.106521

Palavras-chave:

acadêmicos, educação, Argentina, intelectuais, democracia

Resumo

No final da ditadura na Argentina, em 1983, a reconstituição dos espaços de produção de conhecimento em educação mereceu uma série de debates sobre a modernização interrompida e o futuro da educação nacional. Estava em disputa a intenção de consolidar consensos que fortalecessem o discurso e as capacidades educacionais do Estado. Ao analisar os documentos e intervenções intelectuais, discuto tanto as tensões quanto as possibilidades que se apresentam nos depoimentos dos acadêmicos da Educação na Argentina na luta para o fortalecimento de uma burocracia estatal especializada.As conclusões permitem considerar três tensões: (i) a debilidade técnico-burocrática e estatística do sistema educativo; (ii) a falta de coesão deste espaço profissional; e (iii) a dificuldade para estabelecer um programa científico moderno, com acesso a posições de poder no Estado

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Biografia do Autor

Nicolás José Isola, Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

Filósofo, com doutorado em Ciências Sociais pela Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales - FLACSO, Argentina e Mestrado em Educação pela Universidad de San Andrés, Argentina. Foi bolsista de Consolidação Acadêmica do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO-Asdi) e atualmente é bolsista pós-doutoral (Fapesp) pela Facultade de Educação - UNICAMP, Brasil

Publicado

2016-12-07

Como Citar

Isola, N. J. (2016). Acadêmicos e intelectuais da educação na reconstrução da democracia na Argentina: debates em torno a um programa científico moderno. Tempo Social, 28(3), 199-216. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2016.106521

Edição

Seção

Artigos