Memórias Póstumas de Brás Cubas: do phármakon à escrita, o jogo, a verdade

Palavras-chave: Machado de Assis, literatura, medicina

Resumo

Segundo o “defunto autor” de Memórias Póstumas de Brás Cubas, o verdadeiro motivo de sua morte teria sido uma “ideia grandiosa e útil”, a invenção de um emplasto contra a melancolia. E ele sabe que fabricar um phármakon, relacionado a Thot, deus da escritura e da medicina, só é possível através do livro. Propomos neste ensaio, uma análise de Memórias Póstumas de Brás Cubas utilizando modelos médicos e farmacêuticos, ao mesmo tempo “alguns dos elementos da química utilizada por Derrida” em A farmácia de Platão. 

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Biografia do Autor

Teresinha Gema Lins Brandão Chaves, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo

Doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela USP.

Executiva Pública da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Mariana Lins e Chaves, Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein
Médica da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein-UPA Campo Limpo.
Publicado
2016-09-27
Como Citar
Chaves, T., & Chaves, M. (2016). Memórias Póstumas de Brás Cubas: do phármakon à escrita, o jogo, a verdade. Via Atlântica, (29), 225-237. https://doi.org/10.11606/va.v0i29.108003
Seção
Dossiê 29: Tecidos do Humano - Literatura e Medicina