PALAVRAS DE LUXÚRIA E DE DEBOCHE: HOMOEROTISMO NO ALMANAK CARALHAL

Palavras-chave: almanaques, homoerotismo, nineteenth century

Resumo

Este artigo propõe uma apresentação do Almanak Caralhal, um almanaque satírico português oitocentista. Tomando esse impresso como escrita de uma história cultural que possibilita recompor discursos sobre questões culturais e políticas que atravessavam aquele momento de produção, além de recuperar seu papel como agente que intervinha na sociedade e na cultura, destaca-se seu conteúdo homoerótico. Aponta-se sua relação com a literatura portuguesa e com a cultura homoerótica do período.

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Biografia do Autor

Eduardo da Cruz, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Professor adjunto de Literatura Portuguesa no Departamento de Literatura Portuguesa, Língua Portuguesa e Filologia no Instituto de Letras da UERJ. Doutor em Estudos de Literatura (Literatura Comparada) pela UFF, com tese sobre a Revista Universal Lisbonense, de António Feliciano de Castilho. Mestre em Ciência da Literatura (Teoria Literária) na UFRJ, com dissertação sobre a política em Eurico, o Presbítero, de Alexandre Herculano. Possui Licenciatura em Letras - Português/Inglês pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2005) e Pós-Graduação Lato Sensu em Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela UFRJ (2006). Atuou como professor adjunto de Literatura Portuguesa na UFRRJ (2014-2016), como substituto nas disciplinas Literatura Portuguesa e Teoria Literária na FFP/UERJ e na rede pública de ensino. É membro do Polo de Pesquisas Luso-Brasileiras do Real Gabinete Português de Leitura, onde desenvolve pesquisa sobre imprensa periódica oitocentista luso-brasileira; está vinculado como colaborador do Grupo de Investigação 6 "Brasil-Portugal: cultura, literatura, memória", do CLEPUL - Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, da Universidade de Lisboa, junto ao projeto "Senhoras do Almanaque".

Publicado
2018-09-11
Como Citar
Cruz, E. (2018). PALAVRAS DE LUXÚRIA E DE DEBOCHE: HOMOEROTISMO NO ALMANAK CARALHAL. Via Atlântica, (33), 113-133. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/118841
Seção
Dossiê 33: Queerizar o cânone luso-afro-brasileiro