LIMITES ENTRE JORNALISMO E LITERATURA EM “A GUERRA NÃO TEM ROSTO DE MULHER”, DE SVETLANA ALEKSIÉVITCH: UMA ANÁLISE DO NARRADOR A PARTIR DO CONCEITO BENJAMINIANO DE ERFAHRUNG

Palavras-chave: jornalismo, jornalismo literário, narrador, erfahrung, svetlana aleksiévitch

Resumo

Observar o tracejado que divide jornalismo e literatura pode significar a avaliação de uma linha tênue ou a comparação entre galáxias distantes. Tal paradoxo é nutrido pelo deslocamento constante de fronteiras, sobretudo nos formatos híbridos, sendo impossível estabelecer definitivamente limites éticos e estéticos que encerrem cada narrativa. Partindo dessa imprecisão, este estudo recorre à categoria de Erfahrung (experiência), presente nos estudos de Walter Benjamin, para investigar os tensionamentos do narrador em “A guerra não tem rosto de mulher”, de Svetlana Aleksiévitch. O objetivo é discutir a importância do Jornalismo Literário como proposta contra-hegemônica efetiva aos mass media.

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Biografia do Autor

Emerson Campos Gonçalves, Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)
Doutorando no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/Ufes) como bolsista Capes. Pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação, Filosofia e Linguagens (Nepefil/Ufes).
Robson Loureiro, Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)
Professor do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/Ufes). Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação, Filosofia e Linguagens (Nepefil/Ufes).
Publicado
2018-12-21
Como Citar
Gonçalves, E., & Loureiro, R. (2018). LIMITES ENTRE JORNALISMO E LITERATURA EM “A GUERRA NÃO TEM ROSTO DE MULHER”, DE SVETLANA ALEKSIÉVITCH: UMA ANÁLISE DO NARRADOR A PARTIR DO CONCEITO BENJAMINIANO DE ERFAHRUNG. Via Atlântica, (34), 193-210. https://doi.org/10.11606/va.v0i34.145695
Seção
Dossiê 34: Literatura e Jornalismo: suportes e fronteiras