FORMAS E LUGARES FANTASMAS DA MEMÓRIA COLONIAL E PÓS-COLONIAL

  • Ana Mafalda Leite Universidade de Lisboa
Palavras-chave: memória, deslocamento, género literário, nação

Resumo

O ARTIGO DISCUTE, SEGUINDO SEMPRE NAS ENTRELINHAS AS REFLEXÕES DE HOMI BHABHA EM O LOCAL DA CULTURA, OS DIVERSOS MODOS DE DESVELAMENTO DA MEMÓRIA (COLONIAL E PÓS-COLONIAL) NAS NARRATIVAS DE MANUEL RUI (O MANEQUIM E O PIANO) E DE JOÃO PAULO BORGES COELHO (SETENTRIÃO), MOSTRANDO COMO OS ROTEIROS E O DESLOCAMENTO POR NOVOS LUGARES E ESPAÇOS IMPLICAM UM RE-MAPEAMENTO DA NAÇÃO E SIMULTANEAMENTE UM REPENSAR DE VÁRIOS MOMENTOS DA HISTÓRIA. DISCUTE-SE AINDA DE QUE MODO A ESCRITA NARRATIVA DOS AUTORES COMPROMETE OS VALORES CANÓNICOS DO ROMANCE OU DO CONTO, DANDO ABERTURA A CRUZAMENTOS DE MATRIZES ÉPICAS E ROMANESCAS E AINDA DO MEMORIALISMO.

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Publicado
2010-06-28
Como Citar
Leite, A. (2010). FORMAS E LUGARES FANTASMAS DA MEMÓRIA COLONIAL E PÓS-COLONIAL. Via Atlântica, (17), 69-82. https://doi.org/10.11606/va.v0i17.50534
Seção
Dossiê 17: nação e narrativa pós-colonial